NO ESCRITÓRIO DO VELHO TARADO


BY: erickjr Vez em quando eu precisava me encontrar com “Tião” – esse era o nome do contador bem tiozão que prestava serviço à empresa ao qual trabalho. Poucas palavras, barrigudo, cabelo branco, óculos de lentes grossas e fama de velho babão entre as funcionárias da firma ao qual era sócio.

Entrei em sua sala diretamente, pois imaginava que ele havia sido avisado da minha chegada. Foi um super flagra: Tião sentado distante da mesa com as calças arriadas e batendo uma punheta vendo um pornozão. Instantaneamente, ele empurrou a cadeira pra debaixo da escrivaninha, mas o som de putaria vindo do computador não lhe dava álibi.

“Relaxa, Tião!” – imaginei que um comentário descontraído seria o melhor para não deixá-lo ainda mais constrangido. “Também vejo sacanagem pela net e às vezes me empolgo!”

Ele estava vermelho procurando, sem graça, ir subindo a própria calça.

“Não precisa ficar com vergonha. Um pau bonito desses? retão, duro...!” – falei meio que brincando, meio que sério. E agora? Qual seria sua reação?

Ele ficou imóvel. Me olhou profundamente: “C gostou, é?” – mais uma surpresa, ele pareceu dar corda à ‘brincadeira’.

“Dei uma manjada, né?” – pronto! Agora não tinha volta. Tenho um tesão secreto especial por obesos e homens mais velhos que eu. Se peludos então...

“Quer saber? Foda-se! Passa a trava na porta!” – ele ordenou.

Assim que fechei sua sala, me aproximei. Tião abaixou novamente a calça e pôs a pica pra fora, esperando alguma atitude minha. Me agachei. Foi só dar a primeira lambida em seu saco e seu pau começou a endurecer. Passei a massagear seus joelhos enquanto brincava com suas bolas.

“Isso....isso... ah, viadinho...vai....vai, chupa!” – sua respiração pesava.

Segurei firme sua rola já ereta e provoquei: “Quer um boquete, quer? Então me pede!”

Em vez de falar, ele empurrou minha nuca em direção à pica – média em tudo: grossura e tamanho.

Assim que abocanhei seu cacete ele deu um suspiro mais profundo. “Que delícia! Quanto tempo não ganho uma chupeta... isso, chupa bem gostoso!”

Algumas mamadas e provoquei mais uma vez: “Seu velho tarado!”

Novamente ele empurrou meu rosto de encontro à piroca, só que dessa vez deu uma estocada simultânea, fazendo a cabeça do seu pau penetrar minha goela, produzindo muita baba.

“Senta na minha rola, senta! Me deixa sentir sua bunda!” – era uma segunda ordem.

“Só um pouquinho, hein? Velho safado!”

Abaixei minha calça, virei de costas e comecei a por e tirar o rabinho na ponta do seu pau. A cada nova encostada, deixava sua rola entrar mais um pouquinho, fazendo com meu cuzinho fosse dilatando naturalmente. Quando ele já parecia mais relaxado, agachei-me novamente e suguei sua rola.

“Caralho....puta que o pariu...!” – ele gemeu roucamente. Afastou-se com a cadeira de rodinha e sentou-se numa poltrona mais distante, despindo a camisa e ficando totalmente nu.

“Vem engatinhando pra minha pica, vem cachorra!” – Tião me apontou a vara e me mandou segui-la.

Obedeci. De quatro, com a raba bem empinada, fui feito cadelinha até a poltrona. Ao chegar, uma nova surpresa. Em vez de me oferecer o cacete, Tião enfiou seu pé na minha cara.

“Lambe, cachorra!”

Por essa não esperava. Estava sendo praticamente humilhado por aquele velho com fama de repugnante, mas deixei rolar. Passei a beijar seu tornozelo, chupar seus dedos e deslizei minha língua na sola em seu calcanhar. Minutos depois, passava seu pé todo babado em meu rosto. Meu pau até doía de tão duro quando aquele gordo me fez deitar ao chão e começou a pisar na minha cara.

“Fica de quatro!”

Fui além. Afundei a cabeça no assento da poltrona, relaxei os ombros, arrebitei bem a bunda e fiquei de cinco. O velho veio por trás e enfiou tudo de uma vez. Sua barriga pesava em cima da minha lombar e suas mãos apertavam minha cintura.

“Sabe quanto tempo eu não como um cu? De viadinho é o primeiro” – falou enquanto, meio desajeitado, passou a bombar ofegante.

“Tá gostando, tá?”

“Quente!” – foi nessa hora que o filho da puta puxou meus cabelos, que são nos ombros, com tanta força que quase me fez gritar.

“Ai, eu vou gozar... ai, eu vou gozar... aghhhhhhhhhh....gozando, gozando, caralho!” – me puxava com tanta força que quase me envergou para trás. Punhetei-me rapidamente e gozei segundos depois, fazendo com que meu cuzinho mastigasse seu pau ainda todinho dentro da minha bunda.

Tião calmamente se afastou e pegou uma caixa de lenço de papel. De forma ligeira, nos recompomos. No pós foda, desabafou que, com o casamento de décadas, não transava a muito tempo e que gastou uma grana para evitar um processo de assédio de uma ex funcionária. Quando perguntei o porquê então dele não ir a puteiro, ele comentou que era “tão das antigas e que certamente broxaria se tivesse que usar camisinha”. Também não podia, como cardíaco, fazer uso de Viagra.

“Mas agora não preciso mais me preocupar, né?” – falou cheio de sacanagem. “Quando você vier aqui será minha putinha!”

“Seu velho puto e safado!” – foi minha frase de despedida.

Foto 1 do conto: NO ESCRITÓRIO DO VELHO TARADO



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