BY: Pascarinhoso Fazia semanas que eu trocava mensagens intensas com Maurício. Decidi finalmente realizar meu desejo antigo: sentir um homem negro. Cheguei na cidade do Vale do Paraíba por volta das 10h da manhã.
Durante toda a viagem pela Dutra, minha cabeça fervia de pensamentos: Será que ele vai me comer do jeito que eu imagino? Será que aquele pau é realmente tão grande e grosso? Meu cu piscava de ansiedade e minha bunda grande apertava o banco do carro e minhas mãos apertavam o volante.
Cheguei no hotel, tomei banho, me perfumei e vesti uma roupa que marcava meus peitinhos salientes. Quando ele bateu na porta, abri. Maurício entrou, alto, pele negra escura, sem barba nem bigode, com aquele sorriso carinhoso e olhar de quem queria me devorar.
— Ricardo… porra, você é ainda mais gostoso pessoalmente — disse com a voz grave, me puxando para um beijo longo e molhado.
Ele trouxe um presente: duas calcinhas que havia comprado especialmente pra mim. Uma preta de renda e outra vermelha bem cavada.
— Você me mandou tantas fotos usando calcinha… agora eu quero ver ao vivo — falou, tarado, mas com carinho.
Eu corei, mas obedeci. Vesti a calcinha preta de renda primeiro. Ela mal continha minha bunda carnuda, deixando grande parte das bandas de fora. Maurício gemeu só de olhar.
O dia inteiro foi nosso. Conversamos, nos beijamos, ele me tratava com romance, mas a tarra logo tomou conta.
Na cama, ele tirou minha calcinha devagar, apertando minha bunda com força. Ajoelhei e comecei a chupar aquele pau negro enorme, grosso e veioso. Chupei com fome, babando, engasgando, olhando pra ele. Maurício demorava a gozar, e isso me deixava ainda mais louco. Ele segurava minha cabeça, fodendo minha boca com estocadas profundas, gemendo alto e escandaloso:
— Isso, Ricardo! Chupa essa rola preta, caralho! Que boca gulosa!
Depois de muito tempo chupando, ele finalmente gozou forte dentro da minha boca. Jatos grossos e quentes encheram minha garganta.
— Ahhhhh, porra! Engole tudo, amor! — rugiu ele.
Eu engoli cada gota, limpando o pau dele com a língua, gemendo satisfeito.
Ele me virou de bruços, puxou a calcinha pro lado e enfiou a língua bem fundo no meu cuzinho. Lambeu, chupou, babou bastante, me lubrificando com saliva quente enquanto eu gemia alto, empinando a bunda:
— Ai, Maurício! Que delícia… me lambe mais fundo! Ahhh!
Ele demorou bastante ali, comendo meu cu com a língua, até eu estar completamente molhado e aberto. Depois posicionou o pau grosso na entrada e empurrou devagar. Eu gritei de prazer e dor misturados:
— Aaaahhh! Devagar… é muito grande… caralho!
— Relaxa, meu bem… vou te foder bem gostoso o dia todo — sussurrou ele, romântico, enquanto entrava centímetro por centímetro.
Quando estava todo dentro, começou a me comer com força. O quarto ficou escandaloso: meus gemidos altos, os dele roucos e os tapas da pele dele contra minha bunda carnuda ecoavam.
— Me fode, Maurício! Mais forte! Ahhh! Que rola gostosa! — eu gritava.
— Tá gostando do pau do preto, Ricardo? Toma essa pica toda! — ele respondia, batendo forte, apertando meus peitinhos e puxando meu cabelo.
Ele demorou muito pra gozar de novo. Me comeu de quatro, depois de lado, depois comigo cavalgando na calcinha vermelha que ele me fez vestir. Eu quicava desesperado, gemendo escandalosamente enquanto ele apertava minha bunda e chupava meus peitinhos.
— Rebola nessa rola, safado! Que bunda grande e macia! — grunhia ele.
Só depois de muito tempo ele gozou pela segunda vez, bem fundo dentro do meu cuzinho, apertando minha cintura com força e gemendo alto:
— Ahhhhhhh, porra! Tá levando toda a porra do preto!
Senti os jatos quentes me enchendo. Gozei logo depois, tremendo inteiro, sem nem tocar no meu pau.
Passamos o resto do dia assim: descansando um pouco, comendo, conversando carinhosamente, e voltando a transar com a mesma intensidade escandalosa. Ele abusou da minha bunda, dos meus peitinhos e me fez usar as duas calcinhas em momentos diferentes.
No fim da tarde, abraçados e suados, ele beijou minha testa e apertou minha bunda ainda melada.
— Você foi perfeito, Ricardo. Quero repetir isso muitas vezes.
Eu, com o cu latejando deliciosamente cheio da gozada dele, sorri:
— Eu também, Maurício. Foi muito melhor do que eu sonhava.
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Conto Anterior
Minha primeira vez com um homem negro.