COMPANHEIROS DE VIAGEM


BY: wallybee Viagem longa e noturna de ônibus. Vazio, só eu eu um rapaz sentados lado à lado por conta dos assentos marcados. Era verão, estava calor e na época ainda se podia abrir as janelas dos ônibus, e a nossa estava aberta.

Por conta do calor, ele estava de shorts e o volume dele se sobressaltava. Eu estava sentado no lado da janela e ele fingia olhar para fora para, disfarçadamente, olhar meu volume também. Perdi a vergonha e, enquanto ele olhava para fora, fingindo, eu olhava fixo o volume dele.

Ele percebeu e deu uma ajeitada no volume. Ficou maior, mais grosso e pelo jeito começou a endurecer, porque logo ele ajeitou o volume de novo. E ficou maior ainda.

Eu estava de calça de moleton e comecei a ficar de pau duro. Meu volume também cresceu e eu o ajeitei. Ele viu e ajeitou o dele de novo. Então eu simplesmente agarrei meu pau por cima das calças e fingi ajeitar, enquanto fazia um leve movimento de punheta. Ele meteu a mão dentro do short e puxou o pau pra cima, sem tirar da roupa, e deu para ver perfeitamente o tamanho e a grossura. Era enorme, e ultrapassava o elástico da cintura, fazendo uma ponta no náilon do short que acomodava sua cabeça gorda. E eu, na cara de pau, o imitei enfiando minha mão dentro do moleton e botando meu pau reto, em direção ao umbigo. Ao terminar, mantive a mão em cima dele, ainda fazendo leves movimentos de punheta.

Ele fez o mesmo. Pôs as mãos em seu tolete e começou a fazer movimentos vagarosos de punheta, enquanto me olhava fazer o mesmo com o meu. Ele abriu mais as pernas e nossas coxas se tocaram. Eu deixei, e logo o joelho dele já estava um pouquinho por baixo e por detrás do meu, ensaiando um colo. Eu estava aflito e respirei fundo. Ele meteu a mão dentro do short e pensei: “é agora, vai botar o piruzão pra fora!”, mas ele puxou suas enormes bolas pra cima, e o volume ficou ainda mais obsceno, delineando claramente uma enorme e grossa piroca com duas bolas que pareciam ovos de pata.

Fingi coçar a lateral de minha cintura do lado voltado para ele. Fiz uma ceninha de teatro, dizendo que algo havia me mordido e levantei minha camisa e abaixei o máximo que podia minhas calças, ficando de ladinho, sempre fingindo coçar mas querendo é que ele visse minha bundinha empinada.

Ele passou a mão em minha bunda e disse, disfarçando:
- É, algum bicho deve ter te mordido mesmo… esses ônibus são muito sujos…

Cansei da cena e voltei à posição normal, mas sem levantar a calça. Ele percebeu e foi a vez dele:
- Uma vez um bicho me mordeu feio, quase na virilha, e ficou essa marca aqui…

E puxou a boca do short bem para cima, deixando ver que ele era todo depilado e ainda me mostrando uma de suas enormes bolas. Eu, sonso, pus o dedo em sua virilha, já roçando a mão nos seus enormes ovos:
- É essa marquinha aqui?
- É, ficou feia…
- Daqui não parece… puxa mais pra cima o short…

E ele finalmente arregaçou o bocão do short, me mostrando suas duas enormes e depiladas bolas, bem como a raiz de um grossíssimo caralho duro. Novamente fiquei passando o dedo e dizendo:
- É, acho que tô começando a sentir uma cicatriz…

Ele puxou a boca do short ainda mais e me mostrou quase todo o seu caralhão, disfarçando bobamente um pudor idiota ao esconder somente a chapeleta do mesmo, que eu já adivinhava ser imensa. E eu continuei alisando, desta vez com a mão inteira, até que meus dedos passaram entre seu enorme pau e seu púbis. E perguntei:
- Você não tem pentelhos… Você se raspa?

Ele perdeu finalmente a vergonha e baixou completamente o short, me mostrando uma enorme e grossa verga de mais de 20 centímetros, enquanto dizia:
- Sim, eu raspo tudo…

E segurava seu pau bem pra cima, todo duro e com a cabeça já querendo sair da pele do prepúcio.

Segurei naquela piroca imensa, puxei a pele pra trás deixando a glande bem arregaçada e comecei a mamar, bem de levezinho. Ele fechou os olhos e começou a suspirar. Dizia:
- Vai… mama gostoso… passa a língua na rachinha da cabeça…
- A cabeça é muito grande…
- Tenta engolir ela…
- Tô engolindo… sente minha língua na rachinha…
- Aaaahhhh… que tesão…
- Seu pau baba muito… sai muito leitinho?
- Um monte… quer ele pra você?
- Quero… me dá seu leitinho… me dá de mamar…

E seu pau inchou monstruosamente, a racha da cabeça se abriu e ele começou a cuspir uma sequência interminável de longos jatos quentes de um leite grosso e saboroso, que tentei engolir o quanto eu pude!

Mas eu não havia terminado e meu cuzinho piscava. Mamei ele novamente, por um bom tempo, até que o grosso começou a endurecer e crescer. Quando já estava quase duro, peguei meu creme hidratante em minha mochila, o lubrifiquei todo, arriei minha calça de moleton e avancei sobre seu colo, já abrindo meu cu com as duas mãos e de costas para ele – assim eu via se viria gente.

Ele apontou aquela coisa enorme e grossa na minha portinha e atochou tudo, até o talo, bem devagarinho até que senti seus enormes ovos em torno de meu cu. E eu sentia aquele grosso bem quente se mexer, entrar e sair de meu cu até que não aguentei e gozei pelo cu. Consegui não gritar, mas o peido escapou. Por sorte só haviam dois passageiros, sentados bem atrás do motorista, e nada ouviram.

Ele se excitou por eu ter gozo anal e senti seu pau crescer e engrossar ainda mais – sinal de que ia gozar – e logo após senti meu cu se encher de leite muito quente, me entupir de porra, até que seu enorme pau saiu e me escapou outro peido, cuspindo aquela quantidade absurda de porra que ele soltou em meu cu.

Trocamos telefones, fizemos uma boa amizade e ainda fodemos juntos mais algumas vezes.

Beijo a todos!

Foto 1 do conto: COMPANHEIROS DE VIAGEM

Foto 2 do Conto: COMPANHEIROS DE VIAGEM

Foto 3 do Conto: COMPANHEIROS DE VIAGEM

Foto 4 do Conto: COMPANHEIROS DE VIAGEM



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