BY: Leohscream Capítulo 1- Do despertar ao encontro na faculdade 😈✨
Acordei naquela sexta-feira meio sonolento, e a primeira coisa que fiz foi pegar o celular. Quando abri o Instagram, levei um choque: várias mensagens, todas de uma única pessoa. Isso me deixou curioso, mas, como de costume, não respondi de imediato. Ainda não era meu horário normal de acessar as redes sociais.
Segui minha rotina: levantei, escovei os dentes, tomei banho... Mas, enquanto a água quente caía sobre meu corpo, a dúvida só aumentava: "O que diabos aconteceu pra essa pessoa me bombardear com tantas mensagens?" Aquilo me deixou intrigado e, confesso, um pouco ansioso.
Saí do banho decidido a matar minha curiosidade antes mesmo do café. Quando desbloqueei o celular, vi o nome dele: Pedro.
Pedro... difícil descrever sem sorrir. Um cara de 1,69m, pele clara, corpo na medida — nem magro, nem gordo —, cabelos cacheados, olhos castanhos claros, quase cor de mel. Um rostinho que poderia facilmente passar por um anjo... mas eu já estava aprendendo que havia um certo fogo escondido ali.
Abri as mensagens. Ele dizia que tinha sonhado comigo, um sonho estranho, segundo ele. No sonho, eu estava sozinho, num beco, chorando... Ele acordou preocupado, querendo saber se eu estava bem, como andavam meus estudos, se eu já estava namorando... aquelas perguntas que só alguém que realmente se importa faz.
Respondi de forma rápida, dizendo que mais tarde conversaria melhor, porque precisava organizar a casa e estudar para a prova de Libras que teria à noite. Ele respondeu com um simples "ok", desejou boa sorte e, no final, perguntou:
— "Você gosta de surpresas?"
Ri sozinho e disse que não. Então ele mandou outra:
— "Assim que terminar a prova, me avisa. Não sai da faculdade... e me dá pelo menos dez minutos."
Fiquei intrigado. O que ele estava planejando? Balancei a cabeça, deixei o celular de lado e voltei à rotina: arrumei a casa, lavei a louça, preparei o almoço, estudei... e, quando vi, já estava na hora de ir para a faculdade.
Durante a tarde, Pedro não falou mais nada — e, confesso, eu também não puxei assunto. Às 17h, tomei banho, me arrumei e parti. Fiz a prova, respirei aliviado, e, na saída, mandei uma mensagem:
— "Pronto, branquelo... acabei a prova."
Pedro respondeu quase que instantaneamente:
Pedro — "Vai de Uber ou de busão?"
— "De Uber. Quero chegar em casa logo, tô morrendo de fome", respondi.
Foi então que ele soltou:
— "Espera aí... tô cruzando o retorno."
Fiquei chocado. Como assim? O que Pedro estava fazendo aqui na minha cidade? E, pior ainda, na porta da minha universidade?!
Poucos minutos depois, um carro branco para na frente da faculdade. O vidro baixa e lá está ele, com aquele sorriso safado:
— "Entra aí... vamos jantar."
Meu coração acelerou. Eu não sou de sair com gente que conheço só pela internet, mas Pedro... bom, Pedro era diferente. Conversávamos há meses, quase todos os dias. Já havia uma certa intimidade, mesmo que virtual. E, naquela noite, alguma coisa me dizia que algo inesquecível estava prestes a acontecer.
Entrei no carro, sentindo uma mistura de adrenalina e curiosidade. Ele sorriu de canto, aquele olhar cheio de segredos, e dirigiu em direção a um restaurante próximo da faculdade. Eu ainda estava tentando assimilar o que estava acontecendo, mas uma coisa eu sabia: aquela sexta-feira maluca estava só começando...
Capítulo 2 - O jantar, os olhares e o convite inesperado 😏🔥
Entramos no carro, e eu ainda estava tentando entender o que estava acontecendo. Pedro parecia calmo, dirigindo com uma mão no volante e aquele sorrisinho de canto que só ele tinha. Por dentro, eu estava uma bagunça: surpresa, ansiedade, expectativa... e um certo frio na barriga que não tinha nada a ver com o ar-condicionado do carro.
Chegamos ao restaurante, um lugar aconchegante, luz baixa, perfeito para uma conversa mais íntima. Sentamos, pedimos a comida, e, entre uma risada e outra, meu olhar sempre acabava se perdendo nele. Pedro tem esse jeito... ele fala com os olhos, sabe? E os dele, castanhos claros, quase cor de mel, brilhavam de um jeito que me deixava inquieto.
No meio da conversa, resolvi perguntar:
— "Mas, Pedro... o que diabos você tá fazendo aqui na minha cidade? E por que foi me buscar na faculdade?"
Ele respirou fundo, baixou um pouco o olhar e disse, com aquela voz mansa:
— "Roger... o sonho que eu tive me deixou mal. Mexeu comigo de um jeito estranho... Eu senti que precisava te ver. Precisei vir aqui, te olhar nos olhos, saber que você tá bem."
Fiquei sem reação. Meus olhos começaram a marejar, e, por mais que eu tentasse disfarçar, não consegui. Ele percebeu e, sem dizer nada, colocou a mão direita sobre a minha mão esquerda.
O toque foi suave, mas me atravessou por inteiro. Meu corpo arrepiou na hora. Tentei disfarçar, mas acho que ele percebeu. Sorri sem jeito e desviei o olhar, fingindo prestar atenção no cardápio.
Continuamos conversando, mas, aos poucos, a atmosfera foi mudando. Entre uma troca de olhares e outra, o clima foi crescendo. Não havia nenhuma palavra direta, nenhum gesto explícito... mas tinha algo no ar. Uma tensão silenciosa, que deixava tudo mais intenso.
Quando terminamos o jantar, ele encostou o cotovelo na mesa, me olhando sério, e perguntou:
— "Roger... e agora? Vai pra casa direto?"
— "Vou, né? Acho que vou pedir um Uber daqui mesmo."
Ele olhou nos meus olhos, mordeu discretamente o lábio inferior e soltou, quase num sussurro:
— "Vem comigo... a gente pode continuar conversando em outro lugar. Só nós dois."
Meu coração acelerou. Eu sabia exatamente o que ele queria dizer, mas fiquei em silêncio por alguns segundos, tentando parecer racional. Então brinquei:
— "Pedro... que lugar seria esse, hein?"
Ele soltou um sorriso safado e respondeu sem rodeios:
— "Um motel aqui perto."
Engoli seco. Parte de mim hesitava... mas outra parte, aquela que já estava sendo dominada pelo clima entre nós, gritava para aceitar.
Respirei fundo, olhei dentro daqueles olhos cor de mel e respondi com um sorriso de canto:
— "Tá bom, Pedro. Vamos."
Ele abriu um sorriso discreto, pegou as chaves e disse:
— "Você não vai se arrepender."
Saímos do restaurante e, ao entrar no carro, percebi que o ambiente estava diferente. O silêncio era carregado. O som baixo, a respiração mais pesada... parecia que o ar entre nós estava eletrificado. Enquanto ele dirigia, olhei para suas mãos no volante, para o jeito como ele mordia o canto da boca de leve, concentrado na estrada... e, por dentro, já sabia que aquela noite não seria comum.
O carro parou na frente de um motel discreto, próximo à universidade. Ele desligou o motor, virou lentamente o rosto para mim e disse, com a voz baixa e firme:
— "Pronto. Chegamos."
E foi ali, Roger, que a sexta-feira maluca começou a mudar de verdade. O clima já não era mais de amigos trocando confidências. Agora, era outra coisa. Algo quente, intenso, impossível de segurar...
Capítulo- 3 O motel, o banho e o primeiro toque proibido 🔥💦
Entramos no motel. O quarto era grande, luz baixa, cama enorme, espelho no teto e aquele ar-condicionado gelando o ambiente. A tensão entre nós era palpável; dava pra sentir o calor no ar, mesmo com o frio da sala.
Pedro jogou as chaves sobre a mesa e, com um olhar provocante, perguntou:
— "Quer beber alguma coisa?"
— "Quero... o que tiver aí." — respondi, tentando parecer calmo, mas por dentro meu coração batia acelerado.
Ele abriu uma cerveja, me entregou e ligou a TV. Enquanto eu dava o primeiro gole, ele veio se sentar ao meu lado, tão perto que dava pra sentir o calor do corpo dele. O braço roçou levemente no meu, e um arrepio percorreu minha pele inteira.
A TV, por coincidência (ou destino), estava passando um filme adulto. Eu fiquei sem graça, tentei disfarçar, mas Pedro percebeu e começou a rir, aquele riso leve e safado, que me deixou ainda mais nervoso. Ele olhou pra mim, mordeu o canto do lábio e disse:
— "Relaxa, Roger... não precisa ter vergonha."
Meu corpo já reagia sozinho. O clima estava tão denso que qualquer palavra poderia incendiar tudo. Terminamos a cerveja, conversamos um pouco, mas não dava mais para ignorar o que estava acontecendo.
— "Vou tomar um banho..." — falei, tentando controlar minha voz para que ele não percebesse o quanto eu estava excitado.
— "Vai lá... se precisar de alguma coisa, me chama." — respondeu, com aquele sorriso que misturava inocência e malícia.
Entrei no banheiro, tirei a roupa devagar e deixei a água quente cair sobre o meu corpo. Comecei a me ensaboar, passando a mão pelo meu peito, descendo pela barriga até chegar na virilha... o toque cada vez mais lento, mais demorado. Meu pau começou a enrijecer, crescendo na minha mão, e eu já sentia meu corpo queimando de desejo.
O que eu não sabia é que a porta do banheiro tinha ficado entreaberta... e Pedro estava ali, parado, me observando.
De repente, a porta se abriu mais. Eu, ingênuo, nem percebi. Continuava concentrado, massageando meu pau, agora completamente duro, a cabeça vermelha, latejando. Sentia o coração bater forte, o corpo inteiro arrepiado.
Foi quando ouvi uma batida leve na porta, seguida da voz dele:
— "Roger... esqueci de te dar a toalha."
Me virei, surpreso, com o pau duro ainda na mão. Pedro entrou devagar, os olhos fixos em mim, deslizando por cada parte do meu corpo molhado. Ele estendeu a toalha, mas não parava de olhar... e, por alguns segundos, o silêncio disse tudo.
Perguntei, tentando quebrar o clima:
— "Vai tomar banho também?"
Ele não respondeu com palavras. Apenas puxou a camisa por cima da cabeça, revelando aquele peito branco, liso, com os músculos bem desenhados. Em seguida, abriu o botão da calça, baixou devagar, e ficou só de cueca.
Eu não sabia se olhava para o rosto dele ou para a bunda redondinha que o tecido marcava perfeitamente. O sangue fervia dentro de mim.
Ele colocou as roupas no suporte, tirou a cueca e ficou completamente nu. A pele clara, lisa, parecia ainda mais provocante sob a luz amarelada do banheiro. Eu paralisei por um instante, olhando para ele, e foi aí que percebi: o pau dele já estava meio duro, apontando para frente.
Pedro entrou debaixo do chuveiro comigo, aproximando o corpo devagar. Encostou uma das mãos no meu peito, os olhos fixos nos meus, e me empurrou suavemente contra a parede fria. Sua voz saiu baixa, quase um sussurro:
— "Acha mesmo que eu ia te deixar sair daqui assim, Roger? Olha só como você tá..."
Meu corpo inteiro arrepiou. Eu tentei responder, mas a única coisa que saiu foi um gemido abafado quando ele encostou a mão no meu abdômen, descendo devagar até roçar os dedos na base do meu pau.
A proximidade era insuportável. O calor do corpo dele contrastava com a água fria que escorria por nós. Então, sem pedir permissão, ele colou os lábios nos meus. O primeiro beijo foi lento, profundo, molhado. Nossas línguas se encontraram com fome, e, a cada segundo, o desejo aumentava.
Pedro deslizou as mãos pelas minhas costas, apertando meu corpo contra o dele. Senti o pau dele encostar no meu, quente, duro, pulsando. Gemi baixinho no canto da boca dele. Minhas mãos desceram instintivamente, alcançando aquela bunda perfeita, firme, que parecia feita pra ser tocada.
O ar estava pesado, nossas respirações entrecortadas. Ele me olhou, com os olhos brilhando de desejo, e disse num tom rouco:
— "Roger... eu te quero."
E, naquele momento, qualquer resquício de racionalidade desapareceu. Eu já estava completamente entregue.
Capítulo 4 - Da cama ao prazer proibido 🥵🔥
O beijo debaixo do chuveiro estava cada vez mais intenso. As línguas se enroscavam, os corpos se colavam, e o som da água caindo parecia abafar nossos gemidos. Eu sentia o pau de Pedro roçando no meu, quente, duro, pulsando, e aquilo só me deixava ainda mais excitado.
Ele me empurrava suavemente contra a parede fria, enquanto a mão deslizava pelo meu peito, descendo lentamente pela barriga até alcançar minha virilha. O toque dele era leve, provocante, quase cruel. Quando finalmente segurou meu pau, já completamente duro, senti um arrepio percorrer minha espinha.
Gemi baixo. Ele sorriu de canto e disse no meu ouvido, com a voz rouca:
— "Olha só o que eu faço com você..."
Não aguentei e puxei seu corpo contra o meu, sentindo cada centímetro daquela pele lisa, daquele pau grosso, branco, quente, encostando no meu abdômen. Passei a mão pela bunda dele — redonda, firme, perfeita — e apertei com força, arrancando um gemido abafado de Pedro.
— "Roger..." — ele sussurrou, me olhando com aqueles olhos cor de mel cheios de desejo — "a gente precisa sair daqui... agora."
Saímos do chuveiro às pressas, com os corpos ainda molhados, a pele arrepiada. Ele pegou uma toalha, secou-se rapidamente e, antes que eu pudesse vestir alguma coisa, Pedro me puxou pela mão e me jogou na cama. Caí de costas, e ele subiu por cima de mim, apoiando os braços dos dois lados da minha cabeça.
Olhei pra ele, e aquele olhar faminto me consumiu. Ele aproximou o rosto devagar, roçando os lábios nos meus, até que o beijo veio firme, profundo, molhado. Suas mãos começaram a explorar cada pedaço do meu corpo, descendo pelas minhas costelas, passando pelo abdômen, até chegar novamente no meu pau, que latejava de tão duro.
Pedro começou a me masturbar lentamente, os dedos firmes, o ritmo provocante, me deixando no limite da sanidade. Eu gemia baixinho, tentando controlar a respiração, mas era impossível. Então, ele desceu os beijos pelo meu pescoço, peito, barriga... até chegar na base do meu pau.
Olhou pra mim por um segundo, com aquele sorriso safado, e então abocanhou.
A sensação foi indescritível. A língua quente, macia, molhada, deslizando pela cabeça sensível do meu pau, enquanto a mão dele segurava firme a base. Começou devagar, sugando com calma, depois aumentando o ritmo aos poucos, até que meu corpo inteiro estava tremendo de prazer.
Segurei a cabeça dele, guiando os movimentos, e sussurrei entre gemidos:
— "Assim... Pedro... continua..."
Ele gemia baixo, a boca fazendo um trabalho delicioso, alternando entre chupadas lentas e aquelas mais profundas, deixando minha respiração descompassada. Meus dedos se enfiavam nos cachos úmidos do cabelo dele, e eu já estava à beira de perder o controle.
De repente, Pedro tirou a boca e lambeu lentamente minha barriga, subindo até meu peito, beijando cada pedaço do meu corpo, até voltar a me encarar. O olhar dele estava carregado de desejo, e sem dizer nada, ele sussurrou no meu ouvido:
— "Eu quero você dentro de mim..."
Meu coração disparou. Respirei fundo, abri a gaveta ao lado da cama e peguei um preservativo. Rasguei a embalagem com os dentes, vesti o látex com cuidado e peguei o lubrificante. Passei generosamente no meu pau, já duro, quente, pulsando, e também na entrada do cuzinho apertado de Pedro.
Ele virou de ladinho, empinando levemente a bunda, os cabelos cacheados caindo no rosto, e olhou pra trás com um sorriso tímido e provocante ao mesmo tempo:
— "Vai devagar... é a minha primeira vez."
Segurei firme na cintura dele, aproximei a cabeça do meu pau da entrada e comecei a pressionar com calma. Ele soltou um gemido baixo, quase um suspiro, e senti a resistência inicial. Passei a mão pela sua lombar, massageando devagar, e sussurrei:
— "Relaxa... respira... deixa eu te sentir..."
Com paciência, fui colocando só a cabeça. O corpo dele tremeu, e ele mordeu o lábio, gemendo baixinho. Esperei um pouco até sentir os músculos dele relaxarem, então avancei mais um pouco, entrando devagar. Pedro apoiou a testa no travesseiro, os dedos agarrando o lençol, e disse num tom rouco:
— "Caralho... Roger... tá entrando..."
Quando finalmente estava todo dentro dele, paramos por um instante, respirando juntos, sentindo nossos corpos se adaptarem. Beijei suas costas, o pescoço, e perguntei baixinho:
— "Tá tudo bem?"
Ele virou o rosto, com os olhos fechados e um sorriso de prazer:
— "Vai... mete devagar..."
Comecei a meter lentamente, sentindo o cuzinho dele apertado, quente, pulsando ao redor do meu pau. Cada investida arrancava um gemido dele, e isso me deixava ainda mais excitado. O ritmo foi aumentando aos poucos, nossos corpos suados, colados, o quarto inteiro tomado por respirações pesadas e gemidos abafados.
Pedro começou a se empinar, pedindo mais, rebolando devagar, e o som dos nossos corpos se chocando ecoava pelo quarto. Ele levou a mão até o próprio pau e começou a se masturbar, enquanto eu o comia por trás, cada vez mais fundo, mais intenso, mais selvagem.
Até que, de repente, ele virou o rosto, os olhos brilhando de prazer, e disse entre gemidos:
— "Roger... continua... não para... por favor..."
E, naquele momento, eu sabia que a sexta-feira maluca estava longe de terminar.
Capítulo 5 - O ápice, o gozo e o depois 🍑🔥
O ritmo já estava intenso. Meus quadris batiam contra a bunda de Pedro, e cada estocada fazia ele gemer mais alto. Seu corpo suado, o cabelo grudado na testa, as costas arqueando cada vez que eu afundava mais. O quarto inteiro estava tomado pelo som dos nossos corpos se chocando, dos gemidos, da respiração pesada...
De repente, ele virou o rosto, com os olhos semicerrados, e disse com a voz entrecortada:
— "Roger... vira comigo... quero te ver."
Tirei devagar, o preservativo ainda bem firme, e ele deitou de costas, abrindo as pernas lentamente, me olhando com um sorriso safado. A visão era hipnotizante: o corpo molhado de suor, o pau duro, latejando, o peito subindo e descendo rápido. Ele passou a mão na minha nuca e sussurrou:
— "Vem... me come olhando nos meus olhos."
Me deitei sobre ele, encaixando nossos corpos, e, com calma, empurrei de volta. Senti seu cuzinho apertado me engolir novamente, e dessa vez, o prazer foi ainda mais intenso. Pedro agarrou minha bunda com força, puxando-me contra ele, e nossos beijos eram famintos, molhados, desesperados.
Eu estocava devagar no começo, sentindo cada contração, cada gemido, cada tremor. Depois, fui aumentando o ritmo, e ele me acompanhava, rebolando debaixo de mim, suando, mordendo o lábio, os olhos semicerrados.
— "Assim... isso, Roger... mete fundo... mais... mais!" — ele gemia, entrecortando as palavras com respirações rápidas.
A sensação estava insuportavelmente boa. Passei a mão por baixo dele, segurando seu pau duro, quente, pulsando, e comecei a masturbá-lo no mesmo ritmo das estocadas. Ele arqueou as costas, soltando um gemido alto, quase um grito, e o corpo inteiro dele tremia.
O quarto virou uma mistura de beijos, chupões, unhas arranhando, gemidos abafados... o prazer estava no limite.
De repente, Pedro me segurou pelos ombros, puxou minha boca até o ouvido dele e sussurrou, quase implorando:
— "Roger... não para... tô quase gozando..."
Acelerei os movimentos, metendo com força, enquanto a mão deslizava firme no pau dele. O corpo dele se contorcia sob o meu, e, de repente, senti o calor da gozada dele estourando entre nossos peitos, respingando na barriga, no meu braço, escorrendo quente e espesso.
O gemido dele foi profundo, rouco, quase animal.
E foi o gatilho pra mim.
Mais duas estocadas fortes e meu corpo inteiro tremeu. Um arrepio percorreu minha espinha, meus músculos contraíram e, com um gemido baixo no ouvido dele, gozei forte, sentindo o preservativo se encher, o pau pulsando dentro daquele cuzinho apertado.
Ficamos ali, colados, suados, sem fôlego. O quarto cheirava a sexo, o ar estava pesado, e o silêncio era quebrado apenas pelo som das nossas respirações.
Tirei devagar, joguei o preservativo no lixo e deitei ao lado dele. Pedro se virou de lado, encostando a cabeça no meu peito, os dedos traçando linhas invisíveis na minha pele. Ficamos assim por um tempo, quietos, sem precisar dizer nada.
Depois de alguns minutos, ele quebrou o silêncio, rindo baixinho:
— "Isso que eu chamo de sexta-feira maluca..."
Sorri, acariciando o cabelo cacheado dele, e respondi:
— "E ainda nem acabou, Pedro..."
Ele ergueu o olhar, com aquele brilho safado nos olhos cor de mel, e, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, me puxou para um beijo lento, profundo, cheio de desejo. Eu sabia que ainda viria mais uma rodada naquela madrugada...
E foi ali, entre beijos e carícias, que percebi: aquela noite não era só uma história qualquer.
Era o começo de algo que eu não queria que acabasse.
Capítulo 6 - O gosto proibido do prazer 🔥
O quarto ainda estava mergulhado no cheiro de sexo, nossos corpos suados, os lençóis bagunçados... mas a gente não tinha terminado. Pedro estava deitado de barriga pra cima, respirando fundo, ainda com o peito subindo e descendo rápido. Eu sentei na beirada da cama, encostando de leve o meu pau na boca dele, e sussurrei:
— "Quero ver você me fazer gozar de novo..."
Ele me olhou com aquele sorriso safado, os olhos brilhando de desejo, e passou a língua devagar pela cabeça do meu pau, que já estava ficando duro outra vez. Só aquele toque fez um arrepio percorrer minha espinha.
Pedro então segurou minha base com firmeza, abriu bem a boca e engoliu de uma vez, profundo. A sensação foi tão intensa que soltei um gemido rouco, inclinando a cabeça pra trás. Ele fazia movimentos lentos no começo, a língua deslizando, massageando cada centímetro, enquanto me encarava com aqueles olhos de mel, cheios de malícia.
— "Caralho, Pedro..." — gemi baixo, enfiando a mão nos cachos úmidos do cabelo dele, guiando o ritmo.
A cada chupada, o som molhado enchia o quarto. Ele alternava entre lambidas longas e profundas, sugando com força, deixando a cabeça do meu pau latejando de prazer. Minha respiração estava descompassada, o corpo inteiro quente, e eu já sentia a pressão crescendo rápido.
Pedro percebeu e intensificou o ritmo, engolindo cada vez mais fundo, deixando os olhos lacrimejarem de tanto que me levava até o limite.
— "Isso... continua... não para, porra..." — sussurrei, gemendo entrecortado.
Com uma das mãos, ele massageava minha base; com a outra, acariciava meus ovos suavemente, provocando ondas de prazer insuportáveis. Eu sentia o calor subindo pelo corpo, os músculos tremendo, a tensão no abdômen aumentando.
Até que não deu mais pra segurar.
— "Pedro... vou gozar... vou gozar na sua boca..." — avisei, a voz quase falhando.
Ele tirou a boca por um instante, olhou pra mim com aquele sorriso safado e disse baixinho:
— "Goza pra mim, Roger... quero sentir tudo descendo..."
Aquilo foi o gatilho. Segurei firme na cabeça dele e, com algumas estocadas curtas e profundas, explodi dentro da boca de Pedro. Meu corpo inteiro tremeu, o gemido saiu arrastado, rouco, e senti o jato quente, grosso, pulsando forte.
Pedro não tirou a boca. Pelo contrário. Ele engoliu cada gota, devagar, fechando os olhos, saboreando cada segundo. Pude ouvir a respiração dele pesada, os lábios molhados, e quando terminou, passou a língua nos cantos da boca, olhando pra mim com um olhar faminto.
— "Porra, Roger... teu leite é gostoso demais..." — ele disse, com a voz rouca, ainda ofegante.
Eu, ainda sem fôlego, puxei ele pra cima, beijei seus lábios molhados, sentindo o gosto do meu próprio gozo na boca dele. O beijo foi intenso, profundo, carregado de desejo e cumplicidade.
Deitamos juntos, os corpos colados, os dedos entrelaçados. Pedro encostou a boca no meu ouvido e sussurrou:
— "Isso foi só o começo, sabia?"
Sorri, passando a mão pelos cachos dele, e respondi, ofegante:
— "Se depender de mim, essa noite não acaba nunca..."
Capítulo 7 - Pedro no controle, gozo duplo e prazer sem limites 🍑🔥
Depois de um beijo demorado, Pedro olhou pra mim com um brilho diferente nos olhos — um misto de fome e provocação. Ele se levantou, segurou meu queixo e disse com um tom baixo, quase autoritário:
— "Agora é minha vez, Roger... quero você todo pra mim."
Antes que eu respondesse, ele me empurrou suavemente pra cama, me virou de quatro e ficou ajoelhado atrás de mim, passando as mãos pela minha cintura, subindo devagar pelas minhas costas. Seus dedos eram firmes, possessivos, explorando cada centímetro do meu corpo.
De repente, senti sua língua quente e úmida deslizando entre minhas pernas, lambendo devagar, provocando, explorando. Meu corpo inteiro arrepiou.
— "Caralho... Pedro..." — gemi baixo, apoiando a testa no travesseiro.
Ele segurava minha bunda com as duas mãos, abrindo um pouco mais, e chupava com intensidade, alternando entre lambidas longas e sugadas profundas, me deixando completamente entregue. O som molhado ecoava pelo quarto, e cada movimento dele fazia meu corpo estremecer.
Pedro interrompeu por um segundo, passou a mão pelo pau duro, que latejava de tesão, e sussurrou perto do meu ouvido:
— "Agora vou te foder do meu jeito."
Senti a cabeça quente do pau dele encostar devagar, pressionando, e depois ele entrou com força, numa estocada só. Meu corpo inteiro reagiu, um gemido profundo escapou da minha garganta.
— "Porra... Pedro..." — falei, entre respirações rápidas.
Ele começou num ritmo lento, provocando, segurando firme na minha cintura, enquanto seu corpo se chocava contra o meu. Mas logo acelerou, metendo com vontade, fundo e forte, enquanto a cama rangia sob nossos corpos.
— "Gosta assim, Roger? Quer que eu te coma mais forte?" — ele gemia, a voz rouca.
— "Quero... mete... não para!" — respondi, ofegante, sentindo cada investida mais intensa que a anterior.
Pedro aumentou o ritmo, cada estocada mais profunda, mais pesada. Uma das mãos dele segurava firme na minha cintura, a outra deslizava pela minha bunda, alternando entre apertar, acariciar e dar tapas estalados que ecoavam pelo quarto. O som da pele se chocando com a pele, misturado com os gemidos altos, deixava tudo mais selvagem.
De repente, ele se inclinou sobre mim, o peito colado às minhas costas, e começou a sussurrar no meu ouvido:
— "Quero sentir você gozando pra mim... quero te ver se derramar todo, Roger..."
Aquela voz baixa, rouca, no meu ouvido, somada ao ritmo intenso, me levou ao limite. Pedro começou a me masturbar por baixo, a mão deslizando rápida no meu pau duro, enquanto continuava metendo com força.
O prazer tomou conta do meu corpo inteiro. Eu não conseguia mais controlar os gemidos, eram altos, profundos, quase gritos.
— "Pedro... porra... tô quase... não para..."
Ele acelerou ainda mais, gemendo junto, o corpo suado contra o meu, o quarto inteiro vibrando com o barulho dos nossos corpos. E então aconteceu: com um último impulso profundo, Pedro soltou um gemido rouco e gozou forte dentro de mim, o pau pulsando, quente, enquanto o corpo dele tremia inteiro.
Sentir ele gozando, gemendo no meu ouvido, foi o gatilho final: explodi junto, gozando com força na cama, os jatos quentes respingando nos lençóis, no meu abdômen, enquanto minha respiração falhava.
Ficamos ali, imóveis por alguns segundos, os corpos colados, o suor escorrendo, tentando recuperar o fôlego. O quarto estava mergulhado num silêncio pesado, quebrado apenas pelo som das nossas respirações rápidas e entrecortadas.
Pedro me puxou pra perto, deitando comigo, e me abraçou por trás, colando o corpo no meu. Ele beijou minha nuca e disse baixinho:
— "Você é meu, Roger... e hoje ainda tem mais."
Sorri, ainda arfando, e respondi:
— "Se depender de mim, a gente não sai dessa cama tão cedo..."
Aquela noite estava longe de acabar.
Capítulo 8 - O gozo, o pedido e o começo de algo maior 🍑🔥💕
O quarto estava mergulhado no cheiro de sexo, nossos corpos suados, corações disparados, respiração pesada. Pedro ainda estava dentro de mim, o corpo dele colado ao meu, as mãos firmes na minha cintura, o suor escorrendo pelo peito. Eu sentia a pulsação do pau dele, ainda duro, ainda latejando, e a tensão no ar parecia prestes a explodir.
Ele saiu devagar, deixando uma sensação quente e úmida me percorrer, e me puxou de volta pra cama. Deitei de barriga pra cima, arfando, enquanto Pedro ficou ajoelhado entre minhas pernas, os olhos cheios de desejo e brilho.
— "Não acabou ainda, Roger..." — disse com um sorriso safado, passando a mão pelo próprio pau, que ainda pulsava de tesão.
Pedro começou a se masturbar bem na minha frente, os músculos do abdômen contraindo, o corpo tremendo de prazer. Eu passava a mão pelo meu próprio peito, mordendo o lábio, assistindo aquela cena hipnotizante. O som da respiração dele, os gemidos baixos e o ritmo da mão aumentando me deixavam cada vez mais excitado.
Ele então se inclinou um pouco mais pra frente, apoiando a outra mão no meu peito, e gemeu meu nome:
— "R-Roger... porra..."
De repente, senti o corpo dele estremecer. Pedro fechou os olhos, jogou a cabeça pra trás e gozou forte, o jato quente e espesso espirrando direto no meu peito. Cada respingo caía quente sobre minha pele, escorrendo devagar pelo abdômen. O quarto se encheu do som dos nossos gemidos, misturando prazer e entrega.
Pedro respirava pesado, ainda tremendo, e com a mão suada limpou os próprios lábios. Ele olhou pra mim, com o peito subindo e descendo rápido, os olhos brilhando de um jeito diferente — não era só tesão, era algo mais profundo.
Ele se aproximou, passou o dedo pelo meu peito lambuzado e levou até a boca, chupando devagar, sem desviar o olhar do meu. Depois, se inclinou sobre mim, beijou meus lábios com intensidade e sussurrou:
— "Roger... eu quero mais do que isso."
Eu, ainda sem fôlego, arqueei a sobrancelha.
— "Mais... como assim?"
Pedro segurou meu rosto com as duas mãos, os olhos fixos nos meus, e falou com a voz rouca, mas firme:
— "Quero você... não só hoje, não só nessa cama. Quero acordar ao teu lado, quero te foder todo dia, quero rir contigo, quero sentir esse teu corpo perto do meu. Roger... quer namorar comigo?"
Meu coração disparou. O suor frio na testa, o corpo ainda quente, os lençóis bagunçados, o cheiro do gozo no ar... e, mesmo assim, naquele momento, tudo ficou silencioso.
Sorri, toquei o rosto dele e respondi baixinho, quase num sussurro:
— "Quero, Pedro... quero muito."
Ele me beijou de novo, um beijo profundo, molhado, cheio de desejo e emoção ao mesmo tempo. Nos abraçamos, nossos corpos ainda colados, sentindo o calor um do outro, como se o quarto fosse o nosso próprio universo.
Foi naquela madrugada que tudo mudou. A partir dali, não era mais só sexo. Era mais. Muito mais.
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