Tudo tem um começo - esse foi o meu


BY: minds Acesso o site contos faz muito tempo. Nunca tinha pensado em contar minhas histórias mas agora, com uma vida nova, acho que vou gostar de fazer isso. E nada melhor contando como tudo começou. A história ẽ bem característica dos contos daqui mas garanto que é real. Vamos a ele.

O ano é 1993. Tinha acabado de fazer 15 anos. Morava com meus pais em um pŕedio baixinho de 3 andares. Nessa época, todo final de semana, meus pais viajavam para um sítio que tinhamos no interior. Eu já quase não ia - não aguentava o tédio. Minha irmã menor não tinha opção e ia junto, ficando eu sozinho de 6a até o domingo. Tinha um amigo com um irmão mais velho que alugava umas fitas vhs pornô que, rapidamente, era copiada. E dai era punheta o fim de semana inteiro.

Na cobertura do prédio morava um casal que era muito amigos dos meus pais. Tinham dois filhos no exterior e por nao terem de quem cuidar, gostavam meio de ficar "responsáveis" por mim durante os finais de semana.

Em um desses finais de semana, estava eu pelado na sala batendo uma punheta. Bem na hora que estava gozando a campainha da porta tocou. Eu fiquei todo desesperado... voou porra pra tudo o que é lado. Coloquei depressa a bermuda e fui atender.

Era seu Augusto (o vizinho da cobertura) com um grande pacote na mão e já foi entrando dizendo que ia usar o freezer da minha casa (conforme havia combinado com minha mãe) para guardar uns trecos. Acompanhei e ajudei a colocar as coisas e logo em seguida ele fala - que barulho é esse? E foi na sala onde estava rolando o filme pornô, com minha cueca no chão junto com algumas gotas de porra.
Ele falou: - Opa, filminho bom heim. Estava se divertindo, nao?

E sentou no sofá e ficou assistindo um pouco... e eu lá em pé, em pânico.

Olhou pra mim e falou: - Não se preocupa... se é segredo, vai continuar segredo.
Levantou e foi embora.

Na outra semana, na 6a a noite a campainha toca e era seu Augusto.
- Trouxe uns filminhos que você gosta. Vamos ver juntos?

Não sabia o que falar mas falei ok.
Ele entrou, ligou a TV, colocou o filme e começcamos a assistir. Eu cheio de vergonha nem fiquei de pau duro.

Não durou muito... ele levantou e fala:
- Vilma amanha (o que acontecia todos os sabados) vai pra jogatina com as amigas e dai eu volto aqui pra continuarmos a ver.
Só pude dizer: - Ok

Dia seguinte, por volta de 18h ele aparece em casa. Já estava achando que não viria mas lá estava ele.

Começamos a ver o filme e ele fala: - Não está gostando? Não vai bater uma? Eu vou.
Arriou a bermuda junto com a cueca e uma bela piroca já dura apareceu... começou a bater e falou pra mim: - Pode fazer tambem... sõ mais um segredo nosso.

Eu até tentei... baixei a roupa mas a piroca não ficava dura... de vergonha. Determinado momento seu Augusto levanta e vai ao banheiro, voltando com um rolo de papel-higiênico. Aquela visão dele indo e voltando com a piroca dura fez algo comigo e comecei a ficar excitado. Não demorou muito e ele gozou. Logo depois fui eu.

Ficamos nisso por algumas vezes... ele aparecia com um filme porno, tiravamos a roupa, punheta e... tchau, até amanhã. Um dia ele trouxe um filme diferente - era um filme gay. No momento seguinte eu percebi que algo mais ia acabar acontecendo... nao tanto por ele, mas eu já começava a fantasiar.

No meio do filme eu impulsivamente cheguei mais perto dele e falei: - Deixa eu bater pra você?

Ele deu um sorriso, abriu mais as pernas e logo estava eu com a piroca dele na mão... que não demorou muito pra gozar, quase espirrando em mim. Perguntou se eu tinha gostado de ter feito, sorriu, colocou a roupa e foi embora.

Uma semana depois e lá estavamos nós de novo... e um novo filme gay. E eu louco pra bater de novo pra ele. Mas meu tesão estava demais e avancei mais ainda o sinal... deitei no sofá e num impulso coloquei aquela piroca na boca. Seu Augusto deu um suspiro e colocou a cabeça pra trás. Mamei aquela piroca com tanta vontade que pouco tempo já encheu minha boca de porra.

Ele fala pra mim: - Nossa, gostei muito, nao estava esperando.

Eu respondi dizendo que tinha curtido muito.

Começou a colocar a roupa mas eu falei: - Quero mais.

Ele sentou e pediu um tempo pra descansar... e logo já estava mamando ele de novo e uma ganahando uma nova leitada.

E eu já queria mais... um dia, deitado de bruços, mamando a piroca dele, olhei e falei: - Faz carinho na minha bunda.

Nem pensou e começou a acariciar minha bunda e num instante estava dedilhando meu cu. Fiquei mais doido ainda e mamei com tanta vontade que ele gozou, vazando um pouco da minha boca. Ele pegou a porra do meu rosto com o dedo e usou pra ajudar a enfiar no meu cu... que delicia. Bati uma punheta loucamente até gozar.

Fim de semana seguinte... lá estávamos nos nossos segredos. Dessa vez ele tomou a iniciativa: - Hoje vou comer seu cu.

A unica coisa que falei foi: - Eu quero.

Pegou um embrulho que tinha trazido e abriu um pote de lub. Tomamos um banho e na volta mandou eu ficar de 4 apoiado no sofá e começou a lamber meu cu... que coisa boa! Em seguida começou a espalhar o lub na minha bunda e vez ou outra enfia um dedo... Aquilo estava me torturando até que senti algo maior tentando entrar... é agora. Não estava facil... nao por dor - eu estava suando de tesao. Mas a piroca era mesmo grossa para meu cu ainda virgem.

Ele começou a me dar mordidas no pescoço, tapinhas na minha bunda e forçcando a piroca pra dentro até que a cabeçca entrou. Doeu, não vou negar. Doeu e eu pedi pra tirar. Respirei um pouco e falei vamos de novo... e logo a cabeça entrou, agora sem doer tanto. E num instante eu estava com aquela piroca toda dentro da minha bunda. Seu Augusto começou o vai e vem bem lento mas logo estava num ritmo q já fazia minha piroca pingar. Nao sei quanto tempo ele ficou bombando... sei q tive momentos de achar q ia desmaiar até q ele me segurou com força, enfiou mais uma vez e gozou. Nesse momento eu me dei conta do que eu tinha acabado de fazer... ele continuou bombando e a porra começou a escorrer... bati uma punheta e tive um dos maiores gozos da minha vida.

Caimos pro lado mas logo tive q correr para o banheiro... sentei no vaso achando q era uma coisa mas o que saiu foi só um tanto de porra... com um pouco de sangue.   Seu Augusto veio junto e parado na minha frente com aquela piroca melada na minha frente, nem pensei e comecei a mamar ali mesmo... sentado no vaso.

Tomamos um banho e voltamos para sala. Falamos um pouco sobre o que aconteceu e logo seu Augusto estava de pau duro. Pediu pra eu sentar na piroca mas nao aguentei - estava dolorido demais. Dai cai de boca na piroca e mamei até gozar. Mas no dia seguinte não tive desculpas e ele me comeu de novo.

Dai minha rotina de final de semana mudou... agora ele já não batia punheta... chegava, tirava a roupa e eu já caia mamando. Logo estava me comendo, enchendo meu cu de porra. Eu adorava gozar batendo punheta eqto ele me comia de quatro.

Fevereiro chegou e dona Vilma foi visitar a filha na Europa. Meus pais foram passar férias no sitio. E eu dava a bunda para seu Augusto todos os dias - as vezes mais de uma vez no dia. Dormir com o rabo cheio de porra virou algo comum.

As vezes acontecia de estar com amigos conversando e seu Augusto descia e me chamava pra fazer alguma coisa aleatória. E eu não perdia tempo... subia junto com ele. As vezes era só fechar a porta e ele me encostava na parede, arriava minha roupa, dava uma cuspida no meu cu e me enrabava ali mesmo até gozar. Dai eu virava, mamava a piroca até deixar limpinha, subia minha roupa e voltava para a conversa com meus amigos... com meu cu pulsando e cheio de porra.

Obviamente a história não foi bem 100% assim - nao tenho uma memória tão boa assim. Mas não duvide, foi quase isso. E é algo que me marca até hoje. Hoje em dia ainda sonho muito com/como o que aconteceu e acordo com a piroca doendo de tão dura.

Se curtiu, entre em contato. Depois da minha separação estou voltando aos prazeres de ser passivo e podemos nos divertir.




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