BY: l0uc0p0rpau
A tempestade isolou a casa de praia. Denise, minha mulher, tinha ido à cidade, e Cesar — o amante dela havia um ano, com meu total consentimento — ficou. Não era a primeira vez que eu e ele ficávamos a sós; já tínhamos transado outras vezes, com ela junto ou não, sempre com seu apoio e entusiasmo. Mas naquela tarde, o ar pesava diferente.
Ele se sentou ao meu lado no tapete. A mão grande encontrou minha nuca e me puxou para um beijo que era tomado, não pedido. Sabor de cerveja e desejo. Minhas mãos tremeram na barra da sua camisa.
— Denise me contou que você pediu por isso, — ele murmurou, a voz rouca. Disse que você sempre fica de pau muito duro vendo a gente meter. Agor, você vai sentir melhor essa tesão.
Eu apenas gemi quando ele me deitou no tapete. Sua boca desceu pelo meu corpo, e quando abriu minhas nádegas, eu já sabia o que viria. A mesma língua que tantas vezes fazia a felicidades da bocetinha de Denise agora tocava meu cu — lenta, quente, profunda. Eu arquei as costas, perdido.
— Eu gosto quando você me vê com sua imulher. Mas sei você que você quer mesmo é estar no lugar dela.
E era verdade. Eu já dei algumas vezes para o César - em hotéis, na garagem de casa, até no escritório dele. Mas naquela casa da praia, com a chuva e o cheiro de Denise pairando, era diferente. Era mais nosso.
Ele me virou de bruços e entrou em mim com a lentidão de quem saboreia cada centímetro. Eu gemia contra o tapete, entregue, enquanto ele movia os quadris num ritmo que seguia a tempestade.
Foi quando a fechadura rangeu.
Denise apareceu na porta, a blusa molhada, os olhos brilhando. Ela não se surpreendeu — já me vira assim antes, de quatro, aberto, sendo possuído por ele e por outros. Mas sempre se extasiava.
— Não para, — ela sussurrou, sentando-se na poltrona. — Quero ver.
Cesar riu, sem parar. — Ele é melhor que você, amor.
— Eu sei. Por isso casei com ele.
Ela se ajoelhou ao meu lado, passou os dedos no meu cabelo suado e beijou minha testa.
— Você está tão lindo, meu corno gostoso. Por isso dei uma saída. A chuva, a casa vazia... queria ver você assim, mole, todo dele.
Cesar acelerou, e eu senti o orgasmo subir. Denise apertou minha nuca.
— Goza, amor. Me mostra como você é minha puta favorita.
E eu gozei, enquanto ele se contraía dentro de mim. Denise assistiu com os olhos úmidos, a mão dentro da própria calça.
Quando o silêncio voltou, ela nos beijou — primeiro Cesar, depois eu, lambendo o gosto dele na minha boca.
— Agora faz um sanduíche pra gente, — ela disse, puxando minha orelha. — E depois a gente repete. Mas dessa vez, quero ver você sentar nele enquanto chupo seu pau..
Eu ri, cansado, feliz. Já tinha feito isso antes. E faria de novo.
A chuva ainda caía. E a noite prometia mais.
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20 e 23cm de tesao