BY: Alex_Dotado Essa é uma história real.
Me chamo Alex, tenho 27 anos, Branco, 185 de altura, corpo normal e levo uma vida de hétero (sou casado, inclusive).
Na época eu tinha 16 anos e morava em um bairro novo, com várias casas em construção, com vários lotes vagos. Era um clima muito legal. A moçada da rua costumava reunir no final do dia pra brincar de bola, queimado, andar de bicicleta, ficar sentado na calçada jogando baralho, e/ou brincar de pique-esconde.
Minha mãe tinha uma amiga de outro bairro e essa amiga tinha um filho (Bruno) um pouco mais novo do que a turma (devia ter uns 13 ou 14 anos), branquinho, baixinho, cabelo claro, liso meio grande batendo na nuca, com um jeitinho de viadinho afeminado; vivia calado e tímido.
Um dia eu cheguei da escola, por volta das 17:50 (quase escurecendo) e essa amiga da minha mãe tava lá em casa com o Bruno. Tomei meu café da tarde e tava saindo pra brincar de pique-esconde com a turma na rua, quando minha mãe falou pra eu levar ele junto pra brincar com o pessoal na rua porque ela precisava conversar com a amiga a sós. Chamei ele; Ele disse que iria, mas pediu por favor pra não deixar ele sozinho, porque senão ele ia ficar muito sem graça; ai eu disse: "beleza, ce pode me seguir e se esconder comigo até fazer amizade com o restante da turma."
Lá fomos nós. O Mateus foi bater cara (contar) e eu sai correndo rápido pra uma casa em construção que ficava um pouco mais afastada da nossa rua, entrei e me escondi nessa casa em construção, em um cômodo pequeno, bem apertado que ficava no fundo da cozinha (devia ser uma dispensa futuramente) gostava de me esconder lá, porque tinham algumas madeiras e tijolos que dificultavam o acesso, por isso a chance de alguém entrar lá era bem menor; esse cômodo era bem escuro, mas sabe quando você está em um lugar escuro e seus olhos começam a acostumar com o lugar e parece que você começa a enxergar melhor lá dentro? Pois é, era assim; o esconderijo perfeito.
o Bruno chegou um pouco depois de mim, porque não conseguia correr rápido e a distância era longa; entrou na casa e chamou meu nome baixinho, me procurando: " Alex, Alex... cadê você?" | Ai eu respondi: "Aqui, atrás das madeiras." | Ele entrou, e tava muito ofegante (tadinho rsrs). Nesse momento eu falei pra ele passar pro fundo desse pequeno cômodo pra eu continuar vigiando pela portinha; ele fez isso, mas no momento que passou por mim, eu senti o braço dele relar forte em cada centímetro do meu pau, até nos meus zovo. (Ele era bem mais baixo que eu e o cômodo bem apertado). Meu coração disparou do nada e me deu um frio na barriga. Minha cabeça só pensava: "Será que ele sentiu meu pau?" Meu pau já era grande nessa época (19 cm) e eu não usava cueca, nunca gostei. Tava com o short da escola, tipo daqueles de jogar futebol, larguinho e curto na coxa.
Em determinado momento ele disse: "eu preciso sentar pra descansar." Minha cabeça só pensava se ele tinha sentido meu pau, que já começava a ficar duro e meu coração continuava disparado.
Do lado dentro do cômodo onde estávamos, no rumo do apagador de luz ao lado da porta por onde eu vigiava, tinham alguns tijolos empilhados como se fosse um banquinho e eu falei pra ele sentar ali. Ele sentou, de modo de a cara dele ficou exatamente na altura do meu pau. Meu coração disparou. Eu precisei tipo "empinar a bunda pra trás" pra não encostar a pica na cara dele e assim conseguir continuar a vigilha. Eu vigiava e olhava para baixo despistado e via a cabeça dele quase encostando na minha pica que ficava cada vez mais dura e já fazia um volume grande no short (e o coração acelerado) quando de repente ele fez um movimento pra frente, como se fosse pegar alguma coisa no chão e encostou forte a cara no pau e nos meus zovo e ficou um tempo ali movimentando a cabeça de um lado pro outro movendo com o nariz a minha pica (que deu um pulo e ficou completamente dura), até que ele voltou pra trás e liberou o espaço. MEU CORAÇÃO JÁ ESTAVA A MIL NESSE MOMENTO E MEU PAU PULSANDO QUE ATÉ DOÍA.
O Silencio tomou conta do cômodo e eu continuava vigiando pela porta e olhando pra baixo vendo a cara dele de frente pro meu pau duro como pedra quando de repente ele deu um suspiro, como se cheirasse uma flor, bem perto do meu short; nesse momento eu olhei pro rosto dele por cima e vi ele apertando os olhinhos e mordendo os lábios de prazer por sentir o cheiro do macho atrás do short. Ele fez isso umas três vezes. Ai eu coloquei meu pé direito em cima de uns entulhos e despistadamente puxei o short pela coxa deixando meus zovo cair pra fora do short (meu pau tava duro pra cima). Nesse momento meus zovo ficou bem de frente pro nariz dele. Ele se encostou (apertando os olhinhos de prazer) e cheirou forte meus zovo, aquilo tava me deixando doido. Ele ficou girando a cabeça de um lado pro outro cheirando meus zovo de todos os lados. Ai eu subi mais o short e minha pica saltou pra fora do short; a cabeça do meu pau encaixou certinho embaixo do nariz dele. MEU CORAÇÃO DISPAROU. Meu pau pulsando; ele deu uma cheirada longa e começou a cheirar toda minha pica, de um lado e do outro, descia nos zovo e voltada pra cabeça da minha pica. Nesse momento eu afastei a bunda pra trás e mirei a piroca na boca dele; encostei a cabeça da minha pica (que nesse momento já estava babando) na boquinha dele; ele abriu lentamente e eu fui enfiando o pau na boquinha quente dele, quando de repente ele segurou delicadamente meu pau com a mão pequena dele e começou a punhetar minha pica lenta e deliciosamente enquanto mamava e com a outra maozinha segurava e ficava brincando com meus zovo. QUE DELÍCIA. Eu segurei a cabeça dele carinhosamente alisei os cabelos dele enquanto ele mamava (que cabelo bom, macio); meu tesão foi subindo enquanto ele mamava lentamente se deliciando com o sabor da minha pica (a melhor mamada do mundo), subindo, SUBINDO, até eu sussurrei que iria gozar: Nesse momento ele acelerou muito a punheta e apoiou a cabeça do meu pau na lingua...
AHHHHH... QUE DELÍCIA! Um jato, depois outro, depois outro, depois outro... GOZEI...
Ele engoliu cada gota; limpou minha pica e deixou ela sequinha. Minhas pernas ficaram bambas... Que delícia.
Ele levantou e foi pro canto do pequeno cômodo; saímos dali depois de um tempo e não tocamos no assunto. Não nos escondemos juntos mais nesse dia. O nosso próximo encontro foi na outra semana, sozinhos lá em casa, mas essa história fica pra outro conto.
Tweet

Conto Anterior
Carnaval