BY: ElanaSilva No ano 2000, decidi ir festejar o Carnaval para a cidade, pela primeira vez. Já há alguns anos que queria, esta era a altura ideal, aproveitar para me vestir bem puta, sair á como eu gosto e divertir-me nas ruas da cidade.
Por volta das seis da tarde comecei os preparativos para aquela que iria ser uma noite bem comprida, um bom banho, bem relaxado, lavagem interna também, enterrei o enema bem fundo, era grosso, dava para me saciar e lavar ao mesmo tempo e assim estava preparada para tudo. Saí do banho, sequei-me, perfumei o corpo todo e fui para o quarto vestir-me.
Bem sexy, bem puta, escolhi uma lingerie vermelha composta por corpete com quatro ligas que prendiam umas meias pretas com liga vermelha muito brilhantes e umas cuecas fio dental. Por cima um vestido de lycra branco, justo e curto, a mostrar a liga das meias, uns sapatos de tacão alto, unhas e lábios vermelhos, alguma maquilhagem, não exagerada… e estava pronta e perfeita para uma noite de muita diversão, e quem sabe o que mais.
Para não me preocupar com estacionamentos, optei por ir de autocarro. Uma mulher linda, loira, vestida com uma saia vermelha, curta, meias brilhantes, coxas grossas sexys, sentou-se do meu lado, eu tinha de falar com ela
-Desculpe a ousadia, mas adoro a sua saia, onde é que a comprou?
Ela riu-se, disse que já tinha há muito, que era uma das muitas da coleção mas estava disposta a mostrar-me de eu quisesse. Falamos muito durante a viagem, trocamos contactos, fui ver as muitas saias dela, saímos muitas vezes… mas isso é outra história.
Quando cheguei, fui procurar os tascos onde se come verdadeira comida do Norte. A cidade estava cheia, ambiente festivo, depois de comer bem, caminhei um pouco, até ao centro da cidade onde ia haver um concerto de uma banda que eu não conhecia. A brisa enrolava debaixo da minha saia para me refrescar a “cona”, e arrepiava-me de prazer. Estava lá muita gente, senti-me apertada, comecei a pensar em sair dali, não gosto de apertos…, mas quando o ia fazer, senti alguém colar-se a mim, apalpar-me o cu bem forte:
-Isto é fantasia ou és mesmo puta á procura de pau bem enterrado?
-Isso cabe-me a mim saber e a ti descobrir…
Mal acabei de falar, a minha saia levantou e dois dedos molhados entraram no meu cu, rodando para lubrificar para depois darem a vez um pau comprido e grosso, que entrou bem devagar, primeiro a cabeça grossa alojou-se dentro de mim, para me abrir, eu empinei um pouco o traseiro e o resto do pau desapareceu todo com uma estocada forte que me roubou um grito, não de dor, mas de prazer. O pau entrou bem fundo, bateu lá, naquele sítio que me rouba a força das pernas e me faz virar puta de verdade. Abri as nádegas com as mãos e disse-lhe:
-Já viste? Já sabes o que sou, agora começaste, espero que consigas acabar, eu gosto de levar com ela fundo e forte.
Ele começou a foda, tirava o pau até metade e voltava a enterrar forte, fazia-me sofrer imenso, queria abrir as goelas e gritar “fode-me, rebenta-me, rasga-me!!”, mas tinha que me conter, estava na rua no meio de centenas de pessoas, não podia mostrar a todos que tinha um caralho maravilhoso enterrado no cu a abrir-me as entranhas. E ele continuava a martelar como se não houvesse amanhã, eu bem aberta para ele meter tudo, e a fazer um esforço enorme para não gemer. É verdade que estávamos em festa e todos faziam barulho. mas eu não podia começar a gemer feito uma cadela… felizmente que ele não era daqueles que aguenta três horas a encavar, bastou uma meia hora, não sei ao certo, e senti-me inundado com muito leite quente… rajadas fortes e bem fundas… que me fizeram arrepiar toda.
Quando acabou, tirou o pau tão rápido quanto o meteu, e como fantasma desapareceu no meio da multidão… arranjei as cuecas, baixei o vestido sem saber quem me havia aberto e dado uma tão maravilhosa foda..., mas não foi a única…
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