BY: flalopes45 Sem expectativa nenhuma, entrei num desses app de encontros gays e dei um bom dia no primeiro dia de Carnaval.
Para minha surpresa, por ser Carnaval, recebi vários retornos, alguns desinteressantes e outros, pelo contrário, muito atrativos.
Deixei a conversa fluir com dois desses perfis, mas logo vi que um era somente curioso e o outro era versátil e não sou fã de versáteis para encontros. Quando estava desanimando, recebo uma curtida numa foto de um negro com o perfil NegãoComedordeCasada. Em tom jocoso, informei que era casado, mas me considerava uma casada, pois adoro pica. Ele entrou no clima e disse que era o que ele buscava, um viado casado. Pronto, juntou o útil com o agradável.
A conversa fluiu bem e decidimos dar um outro passo e passarmos para o famoso app de conversa, que para mim é a hora decisiva, ali, em geral o papo morre e você não perde mais tempo. Porém, foi lá que a coisa esquentou. O papo se mostrou bem gostoso, inteligente e sacana. Trocamos fotos, a dele está no final do conto, e ficamos direto mais de duas horas flertando e falando de nossas preferências e taras.
Como só podíamos nos encontrar depois dos festejos de Momo, seguimos com bons papos online e o tesão já me consumia e o cu piscava como se eu estivesse com um soluço pelo rabo. Inventei um trabalho para a patroa e consegui uma sexta-feira quase toda para mim. Marcamos um chopp no Largo do Machado para ver se AO VIVO, rolava a tal química.
Marquei estrategicamente num bar movimentado e não muito longe de um motel excelente no mesmo bairro. Esperei-o do lado de fora e quando ele chegou os dois sorriram, ou seja, a primeira impressão foi boa. Vadia que sou, mirei logo na sua "mala" e o volume era maravilhoso. Demos um gostoso abraço, como se fôssemos velhos conhecidos e no final deste, ele deu um tapa de leve na minha bunda e disse: essa vai ser minha hoje...Putz, fiquei doida, mas mantive a pose de homem decente na rua.
Bebemos uns 4, 5 chopps e a pergunta surgiu: E aí, vamos? Respondemos quase que uníssonamente: Já deveríamos ter ido. Pagamos a conta e caminhamos para o abatedouro. Já alegre pelo álcool, pensei comigo mesmo: Nessa rua ninguém sonha que esse negão vai fuder o cu desse branquelo até ele ficar de perna bamba e com o buraco largo de uma picona que o macho guarda entre as pernas.Ri sozinho e Inacio perguntou o que era e apenas disfarcei e disse que estava rindo a toa porque não bebia há algum tempo.
Chegamos no motel e nos atracamos assim que a porta fechou num delicioso beijo de língua - que tínhamos falado pelo app que adorávamos fazer. E, vocês sabem, quando o beijo encaixa, e o nosso encaixou muito bem, tudo flui melhor e o tesão só aumenta. Palmeei aquela piroca preta deliciosa e ela já estava dura. Resolvemos tomar um banho antes para depois irmos fazer o que estávamos lá para fazer.
Muitos amassos no banho, lavei ele, cm por cm, e quando cheguei na pica, me abaixei, beijei-a e disse: hoje você vai ser minha, reproduzindo sua fala na porta do bar. Inacio forçou minha cabeça e ordenou: Mama o pau que vai te fuder. Venera ele bastante, porque hoje você vai tomar uma surra de pica que não vai esquecer tão cedo. Obediente, mamei bastante aqueles 21 cm, engolindo o que podia, lambendo o saco do macho e colocando tudo de volta na boca. Para ele não gozar, parei, nos secamos e fomos para o quarto. Fui na frente, puxando ele pela rola e ele adorou, disse que eu parecia uma puta muito safada (boa observação dele, aliás, porque sou um superviado entre 4 paredes e me orgulho disso.
Olhei a hora no relógio e eram 18h em ponto. Começamos um tremendo amasso na cama, muitos beijos de língua e eu com aquela rola enorme na mão e ele dedilhando meu cu. Fui para as pernas de Inacio e chupei todos seus dedos, subi por suas pernas, lambi suas virilhas, subi para seu peito, suas axilas, beijei-o demoradamente e abocanhei aquele caralho como se fosse o último sorvete da minha vida. Apliquei-lhe um boquete demorado e bem babado, deixando-o no ponto para virar sua mulher.
Trocamos de posição e ele veio me chupar. Começou por meus peitos, expliquei que tenho nervoso com dentes no peito e ele usou somente a boca, me deixando louca de tesão. Me virou de costas, abriu meu cu e começou um cunete espetacular. Poucas vezes tive meu cu tão bem chupado na vida. Estava rebolando na sua língua e implorando por pica. Levei duas palmadas para ficar esperta e virei de frente, obedecendo seu pedido. Em nossas conversas ele disse que gostava de fuder de frango para ver meu rosto com a rola entrando e poder beijar minha boca.
Inacio aplicou o gel, colocou o preservativo e perguntou: Tá pronta pra ser minha mulherzinha, viado safado. Adoro ser bem esculachado na cama e só balancei a cabeça afirmativamente e abri meu cu com as mãos. Inacio veio com aquela pica deliciosa e a cada cm que entrava eu me contorcia e me sentia invadido de forma deliciosa por aquele belíssimo exemplar de macho negro. Ele foi paciente, botou no meu cu cuidadosamente e quando sentiu a pica toda dentro, largou seu peso sobre mim, beijou minha boca e disse: Agora vou te fuder como a vadia que você é.
Ele começou a empurrar no meu cu e a ardência logo transformou-se em prazer e urrava pedindo para ele me fuder alucinadamente. O suor dele escorria sobre mim e eu lambia deliciosamente. Ele levantou minhas pernas, chupou meus dedos e solas e seguia vigorosamente empurrando cada um daqueles 21 cm no meu cu. A rola entrava e saia de mim e ele não parava. Seguia metendo com gosto, me chamando de puta, safada, viado casado que deixa a mulher em casa para levar rola preta no rabo. Isso me deixa muito louca e já estava quase gozando sem me tocar. Ele perguntou se podia gozar e eu disse que não via a hora. Ele acelerou o ritmo e gozou deliciosamente dentro do meu rabo. Quase que simultaneamente, gozei também, bem gozado, com muito tesão.
Ele se deitou sobre mim, me beijou com volúpia e disse: acabou o primeiro tempo, vamos tomar um banho e voltar para mais. Agora quero te fuder de quatro, porque puta que é puta leva no rabo de quatro. Concordei plenamente e fomos para mais um banho regado a muita putaria e conversas de como era louco termos nos encontrado num app e dias depois estarmos fudendo como velhos amantes. Ele lembrou que eu gostava de ser marcado como fêmea no banho e me cobriu com sua urina quente, que ele espalhou pelo meu corpo e depositou um pouco em minha boca, fazendo questão de me beijar demoradamente na sequência.
Voltamos para o quarto e ele me posicionou no pequeno sofá que havia no ambiente. Deu um belo trato no meu cu e disse que agora eu ia engravidar do negão (contei para ele em nossos papos anteriores que adorava essa frase e me sentia a vadia suprema). Inacio passou o lubrificante e veio para cima. Apoiou seus pés no sofá, chapelou meu cu com sua rola e colocou cada cm dentro de mim. Ele em pé no sofá, começou a me carcar de forma deliciosa, mais uma vez eu sentia seu pau me cutucando lá no fundo. A dor já não existia e eu só sentia prazer com cada pedaço daquela rola. Ele fudia e se esticava para me beijar e dizer que eu ia gerar um bebê lindo. Foram mais de 30 minutos nessa posição, meu joelho doía e ele nada de gozar. Rebolei um pouco e ele finalmente avisou que nosso bebê estava vindo, me enchendo de porra no cu. Ele me deitou para a porra não escorrer e não correr o risco de não engravidar.
Deitei exausto na cama e disse: vc me deu uma surra de pica de duas horas, pqp que tesão. Ele riu, me beijou e falou: Vamos descansar que ainda tem mais uma sessão e dessa vez eu quero você quicando na pica, para depois eu te fuder de frango e de quatro. Rimos e deitamos na cama. Cochilei rapidamente e fui acordado por esse tarado chupando meu cu desesperadamente, mordendo minhas popas e apertando minhas nádegas. Falou que trouxe uma calcinha de sua esposa e queria que eu usasse. Meio sonolento, só obedeci e posei até para foto (também no final do texto).
Ele enlouqueceu de me ver com a calcinha da mulher dele e disse que eu era um viado gostoso e que eu seria a mulherzinha dele, ainda mais gravidinha. Achei aquilo o máximo e o beijei com sofreguidão e disse: quero mais rola no cu. O homem logo se posicionou, foi tirando minha calcinha e deitou na cama com a pica em riste e disse: Senta e faz ela sumir nesse rabão, seu puto safado, viado gostoso, piranha sem vergonha.
Como disse, sou obediente. Sentei naquela piroca e fui fazendo ela sumir lentamente dentro de mim. Sentar é bom que podemos controlar o ritmo. Porém, ele não me deu muito tempo para isso e logo levantou minhas pernas e começou a socar de cima para baixo, num vai-e-vem alucinante. Sentia seu sacão bater em mim em cada bombada. Ele me tirou de cima dele, me colocou de bruços na cama e veio por cima, metendo aquela vara de forma deliciosa no meu cu. Essa posição também é boa, porque você fica totalmente a mercê do macho, sem poder fugir ou se defender do invasor do seu rabo. Inacio estava ensandecido empurrando a rola em mim e falou algo que conversamos anteriormente: quero você de joelhos pra mim, que é a posição mais subserviente da fêmea para o macho, para eu gozar na sua cara. Ele aumentou o ritmo das bombadas e me mandou ajoelhar. Em segundos, lançou uma porra farta na minha cara, incrível como na terceira foda o homem ainda tinha a porra grossa. Deixei seu pau limpinho. Eram 21h30 e eu estava levando rola a três horas e meia.
Tomamos outro banho e nos arrumamos para ir embora, com a promessa de repetirmos em breve. Seguimos conversando pelo app e se vocês derem um bom retorno desse conto, quem sabe eu conto como foi a 2ª vez (que está marcada para semana que vem...).
Safados, eu tenho uma grande curiosidade.
Vocês já gozaram lendo meus relatos?
Vocês ficam com tesão?
Respondam nos comentários ou por mensagem privada.
A resposta que eu MAIS gostar vai ganhar uma surpresa minha.
Beijos!!!


Tweet

Conto Anterior
Reiniciação Sexual - Ativo e Passivo - PArte III