BY: mlkarabe Terceiro conto já, tô gostando muito de escrever e da recepção com meu primeiro conto, muito obrigado pelos comentários e votos.
Me apresentando rapidamente pra vocês: tenho 25 anos, sou do interior de SP, cabelo, barba e olhos escuros, e tenho bastante pêlos pelo corpo.
Depois da adrenalina dentro do carro na última noite, eu ainda não estava satisfeito, tudo tinha sido tudo muito rápido, e o cara não tinha me comido, ainda tava com o rabo sedento por uma leitada e era meu último dia no litoral.
Mas como disse no conto anterior, tinha acabado de chegar da putaria com o paulista e vi que havia uma mensagem do tal 'MorenoATV', um cara muito legal e muito gato com quem eu estava conversando desde que cheguei, um morenão atlético, de cabeça raspada e uma piroca grande e grossa, ele queria combinar de trepar pra valer e eu não queria perder a oportunidade.
Ele estava a uns 4km de mim, disse que poderíamos nos encontrar na casa dele. Sugeri que a gente se visse bem de manhãzinha, assim chamaria menos atenção da minha família, mas ele não conseguia naquele horário, então acabamos combinando pra umas 09h, ele se ofereceu pra me buscar, e combinamos um lugar.
Ainda tava pensando em como ia dar um perdido na família pra outra foda, dessa vez iria precisar sair e ir na casa dele, em uma cidade que não conhecia, perder umas 2 ou 3 horas e ainda arrumar um jeito de me limpar pra dar pra ele, fui pra praia com minha família e ficamos lá por um tempo, quando foi chegando a hora de me encontrar com ele, disse ao pessoal que estava me sentindo meio mal e voltaria pra casa pra descansar, voltei correndo e tentei fazer uma chuca da melhor maneira que consegui.
Cheguei no local combinado e logo ele chegou de moto, subi na garupa e partimos, demorou uns 10-15 minutos até lá, que pareceram uma eternidade devido ao tesão e ao nervosismo que eu estava, mas confesso que foi bem legal, passar pela enseada com aquela paisagem e segurando firme na cintura dele.
Chegamos no local, era uma casa bem bonita e tranquila, o papo fluiu muito bem e não ficou aquele silêncio constrangedor e frio, o que foi me deixando mais tranquilo e à vontade com ele.
Mas tava com muito fogo na bunda e não podia demorar muito, logo tomei a iniciativa e puxei ele pra um beijão de língua, ele me agarrou pela cintura com as mãos fortes e me puxou pra mais perto ainda, retribuindo o beijo e me devorando.
Fomos tirando a roupa entre mais beijos e de perto pude ver melhor o corpo sarado dele, as veias saltadas nos bíceps, a pele bronzeada e brilhante, o peito marcado e o abdômen durinho.
Minha pica já tava dura igual pedra quando ele simplesmente me pegou no colo e se empolgou no beijo quase nos derrubando, fiquei maluco com aquela pegada bruta. Ele me pôs no chão depois de um tempo e eu fui sedento no peito dele, adoro chupar um mamilo, brincar de dar umas mordidas, ainda mais num peito malhado e durinho igual o daquele macho.
Eu podia ficar ali por horas explorando o corpo inteiro daquele homem, mas eu tava com fome e não tava aguentando mais, passei por cima da calça e senti aquele volumão pulsando, meti a mão e tirei a piroca dele pra fora, ao vivo me dei conta de que era mais grossa do que eu tinha imaginado e muito linda, devia ter uns 18cm, marrom e veiúda, com a cabeça grande e redonda, brilhando e babando, porra, ia sofrer pra aguentar aquilo.
Dei uma punhetada e apertei pra sentir aquele mastro, enquanto ele gemia de prazer, me dando uns beijos e mordendo a clavícula, abaixei pra finalmente mandar a ver, beijando o peito e o abdômen dele, até chegar no meu prêmio, bati com aquele negócio gigante na cara, me deliciando com o barulho e o peso, não perdi mais tempo e caí de boca, a grossura deixava difícil engolir tudo, mas engasguei várias vezes tentando, que delícia, tava hipnotizado com aquela piroca, dei minha melhor chupada e deixei bem molhado, queria deixar aquele macho louco de tesão pra descontar tudo no meu rabo depois.
A cacetão dele tava duro igual pedra e o saco era uma delícia também, coloquei as duas bolas na boca e chupei bem gostoso, olhei pra cara dele e vi ele revirando o olho de tesão, fiquei mais uns 10 minutos trabalhando naquele mastro até que ele me levantou e fomos nos beijando e tropeçando até o quarto.
Ele me virou de costas e me prendeu com força ao corpo dele, me beijando com vontade na nuca, e logo me abaixando e colocando de 4 na beira da cama enquanto descia dando mais beijos até chegar na minha bunda, já mordendo e arrancando um arrepio e um gemido alto de mim.
Ele linguou meu rabo sem timidez e com muita habilidade, de um jeito que me deixou maluco e como não faziam a muito tempo, ele ficou lá por minutos fudendo meu cu com a língua enquanto eu dava umas reboladas pra ajudar, fui sentindo minha entrada afrouxando e logo senti um tapão com aquelas mãos fortes na minha bunda.
Puxei ele pra perto pra mais um beijo, enquanto ele passeava as mãos pelo meu peito, apertando e beliscando enquanto ainda roçava a piroca no meu rabo, deslizando num vai e vem melado pela baba do pau dele e meu cuzinho recém chupado, me levando a loucura, meu cu ia sofrer com uma rola daquele tamanho e com a fome de sexo que aquele macho aparentava, ele foi encaixando a cabeça na entrada e forçando de leve, já senti meu cu ardendo, mas o tesão era tanto que nem ligava.
Depois de tentar algumas vezes a cabeça entrou rasgando, me arrancando um gemido alto de dor, pedi pra ele ir com calma e ele me deixou guiar, fui bem cuidadoso e com calma, entrando lentamente naquele monstro de pica, o que só serviu pra me deixar com mais tesão, pois fui sentindo ela deslizando bem devagar até que quando me dei conta, tinha entrado tudo.
Ele segurou na minha cintura, deixou uns beijinhos na minha nuca e perguntou se estava tudo bem, eu assenti, e ele começou a bombar bem devagar, foi meio dolorido no começo, mas logo fomos pegando o jeito e engatamos num ritmo delicioso, ora com ele metendo e me dominando, segurando pela cintura e me pegando pelo cabelo e ora comigo rebolando, indo de encontro com o corpo dele.
Ele tirou o pau de uma vez e encaixou de novo, que entrava já com mais facilidade, ele me virou e me jogou de costas na cama pra me fuder de frango, colocou as pernas nos ombros dele e foi colocando, que devido a posição, entrou ainda mais fundo, tensionei um pouco com a dor e segurei firme na cintura dele, controlando o movimento, depois de um tempo a dor foi se amenizando e logo eu já estava gemendo alto de tesão, pedindo pra ele socar com mais força, aquilo foi como um gatilho pra ele, que subiu em cima de mim e me prensou na cama, fudendo bruto igual a um animal, enquanto mordia e chupava meu pescoço, e eu, em contraponto, arranhava as costas dele pra extravasar o tesão absurdo e selvagem. Nem me lembro quando tempo ficamos nessa posição, só sei que fomos até cansar, já estávamos os dois suando, o peito sarado dele brilhando com as gotinhas escorrendo, caralho, eu não ia aguentar muito mais tempo, absolutamente tudo naquela situação tava me deixando com cada vez mais tesão.
Parei ele e pedi pra cavalgar, antes que eu acabasse gozando, ele se sentou então em uma das beiras da cama de frente pra parede e me pediu pra sentar nele assim, me ajeitei e fui encaixando o cuzinho, a essa altura quase arrombado e já babando de tesão, e comecei a me mexer, segurando na parede pra me apoiar enquanto ele gemia alto, me xingando e falando muita putaria, do jeito que eu gostava, fui aumentando o ritmo e senti o leite vindo, queria ficar ali por umas 3 horas, mas não aguentava mais segurar, então rebolei com tudo, loucamente, indo o mais rápido e fundo que eu conseguia pra fazer ele gozar também, afinal, não tinha chegado até ali pra ficar sem o mais gostoso.
Praticamente gritei pra ele que ia gozar e esporrei uns 7 jatos de porra na parede, apertando o pau dele com força dentro de mim, nem consegui me recompor direito, pois ele já aproveitou o calor do momento pra continuar metendo indicando que minha provocação havia funcionado, ele ia gozar também, ele me empurrou pra frente, me fazendo bater contra a parede melada com a minha leitada e prensando seu corpo quente e suado nas minhas costas, meteu com força por mais alguns segundos até que seu corpo tensionou e se contraiu e senti a jatada quente e grossa dele lá no fundo em meio aos urros de prazer de nós dois juntos.
Ele me abraçou e caímos mortos na cama, com a adrenalina passando e o cansaço batendo, senti minhas pernas bambas e quase com câimbras, ofegante como se tivéssemos corrido uma maratona.
Meu cu estava frouxo e doendo um pouco agora, mas a sensação era deliciosa, estava mais do que satisfeito e tinha sido ainda melhor que a foda da última noite, podia voltar feliz pra casa.
Aquele pensamento me deu um estalo e lembrei que ainda precisava voltar, não precisei nem olhar o horário pra saber que tinha passado muito tempo além do que eu pretendia ficar, me dando um nervosismo súbito de pensar se a minha família estava preocupada ou desconfiada.
Levantamos e tomei uma ducha rápida pra ir embora, mas o cara era tão simpático e emendou num papo tão gostoso, que simplesmente não consegui vazar logo, preciso confessar, que apesar da vontade louca de piroca e depravação que eu tava, era muito gostoso ver o carinho e cuidado que ele teve comigo, é o tipo de coisa que me deixa muito mais envolvido, e algo que não era sempre que acontecia nos sexos casuais da vida. Conversei com ele um pouco sobre tudo e trocamos contato, ele disse que havia gostado muito de tudo, o que me deixou bem feliz, até que realmente o nervosismo bateu e pedi pra voltarmos.
O caminho de volta foi tranquilo admirando a costa novamente já com o sol quase à pino, segurando firme na cintura do meu homem, aproveitando os últimos momentos antes de largar a companhia dele, chegando próximo a minha casa de novo, agradeci a ele e voltei para a minha casa, que estava quase vazia, muitos dos meus parentes ainda estavam na praia, eles me perguntaram se eu estava melhor, e com toda a putaria de antes passando na minha cabeça como um filme e uma leitada farta na bunda de brinde, coloquei minha melhor cara de disfarce e disse que sim, que estava enjoado e saí pra caminhar, dando a volta na orla pra tomar um ar, se isso colou ou não, não sei, mas eles não perguntaram mais nada e eu também fiquei de boa, tentando processar tudo que tinha acontecido antes e aproveitar o restinho do domingo na praia antes de voltar pra casa.
No decorrer do dia, troquei mais algumas palavras com o morenão e prometi a ele que ia voltar com mais calma e sozinho pra ver ele, ainda não rolou, mas penso frequentemente nele, doido pra ser feito de puto de novo por um macho de verdade. E quando acontecer, podem ter certeza que vai render mais um conto.
Tweet

Conto Anterior
Minha primeira vez com um negro