Meu amigo Fred


BY: wallybee MEU AMIGO FRED
Eu havia gasto dois anos sentando no porteiro mulato que contei na história passada.
Dois anos sentando em uma tora grossa todos os dias não é brincadeira. Eu passei todo aquele tempo vindo do colégio e, antes de ir pra casa, ia no alojamento dele e sentava com gosto naquela tora leiteira. E era muito leite que saía daquele cabeção absurdo.

O resultado é que fiquei mal acostumado e, pra dizer a verdade, largo também. Um dia fiz a besteira de me olhar de quatro pelo espelho de meu armário e o que vi me assustou: meu cu estava roxo e meio aberto, mesmo sem eu estar excitado. Mas eu não conseguia parar de sentar naqueles quase 20 centímetros.

Só que ele foi demitido e, confesso, quase chorei. E passei um ano sem sentar em ninguém. E é aí que minha história com Fred, o filho da manicure de minha mãe, começa.

Ele era quase um indiozinho: moreno, cabelos escorridos e uma bunda fantástica, completamente absurda para um rapazinho. Suas coxas eram grossas, seus olhinhos puxados e sua mania de falar ao mesmo tempo que respirava pela boca me davam um tesão enorme, além dele não ter um só fio de pentelhos. Mas eu me continha, porque ele era completamente afeminado nos gestos e na maneira de falar, e eu tinha medo de ficar amigo dele e dizerem que eu tinha virado viado. O preconceito era forte.

Toda quarta-feira a manicure ia lá em casa, ficava na cozinha tratando de minha mãe e demorava muito. Fred ficava na sala vendo TV e minha mãe sempre insistia para que eu o chamasse para o quarto para brincar com ele. Eu morria de vergonha, mas um dia mudei de ideia: eu já tinha muitos pentelhos, embora completamente sem pelos no resto do corpo. Os pentelhos abundavam no púbis e no meu cuzinho, e como eu não sentava em ninguém resolvi relaxar e deixar.

Só que, no momento em que decidi atender minha mãe e “chamar o Fred pra brincar no quarto”, resolvi me cuidar: raspei tudo, só deixei a volta de meu cu com aquele monte de pentelhos que mais parecia um matagal. Não me perguntem porque fiz isso mas depois vi que faria sucesso. Mas isso conto em outra história.

E lá estava eu, numa quarta-feira e preparado: fiquei na sala com meus shorts apertados, sem cueca, e aguardando as 14h, quando a manicure e seu filho sempre chegavam. E eles chegaram. Minha mãe e a manicure foram para a cozinha e fiquei sozinho na sala com o Fred, que gostava de assistir desenhos na TV. Eu não conseguia parar de olhar para aquela bundinha arrebitada, fantástica, presa em seu shortinho enfiado no rego. Eu precisava criar um plano: quando ele foi à cozinha beber água, aproveitei e puxei uma das bolas de meu saco – que é grande – para fora da perna do short, e permaneci sentado no sofá, na maior cara de pau.

Ele voltou e nem procurou esconder que havia reparado meu saco aparecendo, pois se sentou na poltrona bem em frente ao sofá que eu estava e ficou olhando, com os olhos semi fechados, boca meio aberta roendo unha e respirando alto por ela. Um tesão. Ele não aguentou e se deitou de bruços no chão, bem ao lado que eu estava no sofá, e sua bundinha ficou ao alcance de minha mão. Não resisti e passei a mão levemente sobre ela. Ele deu um pulinho, sobressalto, misturando tesão e nervoso. Arrebitou a bundinha, eu passei delicadamente meu dedo em seu reguinho mas, para minha surpresa, ele se levantou e disse que ia ao banheiro.

Quando ele voltou, se sentou na mesma poltrona em frente ao sofá e então resolvi apelar: levantei, olhei de longe e vi que minha mãe e a manicure estavam entretidas na cozinha e voltei para o sofá. Fred me olhava. Sentei e, pela boca do short, puxei meu pau e meu saco para fora.

Ele arregalou um par de olhos e murmurou:
- Nossa… tá assim?

Respondi, já convidando:
- Tô. Vamos lá pro quarto? Quero te mostrar uma coisa…

Não sou muito dotado. Tenho entre 15 e 16 centímetros, mas a cabeça de meu pau é enorme e eu sabia que ela ia alargar aquele cuzinho delicioso, já que Fred nem chegava na altura de meus ombros.

Chegando no quarto, fechei a porta, sentei na cama e tirei o short, convidando:
- Vamos tocar punheta juntos?

Ele aceitou, tirou seu short meio envergonhado e se sentou ao meu lado, na cama.
Não havia um só pentelho nele. Seu pau era pequeno mas, para minha surpresa, bem grossinho. Seu pau, seu saco e seu cuzinho eram bem mais escuros que o resto de sua pele e a piroca também tinha uma cabeça bem inchada. Vi tudo isso quando nos sentamos de pernas abertas, um de frente para o outro. E que cuzinho lindo!

Não resisti e ensinei ele a fazer um 69, mamando aquela piroca com muita vontade, enquanto ele se realizava mamando meu cabeção e gemendo baixinho. Ficamos assim um bom tempo, até que eu me levantei e peguei um pote de creme hidratante para passar em meu pau.

Nem precisei falar nada, ele era esperto: ficou de quatro na minha frente, todo abertinho e com aquele cuzinho escuro, bem fechadinho, apontando para mim. Quando encostei meu cabeção em sua portinha, ele só sussurrou baixinho:
- Nunca fiz… bota devagarinho…

Não resisti e beijei sua boca. E aí a coisa ficou louca.

Ele se encheu de um tesão inexplicável, me botou deitado e sentou em cima de meu pau com toda a vontade do mundo! Mas ele era virgem, tão apertado que acho que senti mais dor em meu pau que ele em seu cuzinho. Mas depois que entrou, ele sentou gostoso.

Ele era baixinho, pequeno, mas engoliu meu pau inteiro e eu soltei uma enorme gozada em seu cuzinho delicioso. Ele também parece ter gozado pelo cu, mas assim que tirei meu pau dele, Fred se levantou e me deu seu pau pra eu mamar. Mamei com vontade, e foi a vez dele passar creme hidratante em seu pau, que devia ter uns 14 centímetros, pois era quase do tamanho do meu, e me botar de quatro. Quando viu meu cu coberto por tantos pentelhos, ele quase gemeu:
- Nossa, é cabeludo…

Eu perguntei na hora:
- Prefere raspadinho?

Ele:
- Sou virgem… mas os que eu via nas revistinhas de sacanagem eram raspados… acho que o seu vai ser bom…

E socou seu pau em mim, demorando bastante para gozar. Imagino que tenha saído muito leite, porque senti o quente em mim e escorreu uma poça quando ele tirou fora.

Acabamos ficando amigos.
Toda quarta-feira Fred ia lá em casa e sentávamos, um no outro, por muito tempo. Isso durou uns três anos, e ele começou a ter uma bunda muito mais gulosa e um pau surpreendentemente grande.

Mas isso eu conto depois.

Beijo a todos!



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