BY: wallybee CABO FRIO ERA BOM!
Antigamente as férias escolares de verão duravam quase três meses e, como minha família iria passar Natal e Ano Novo com uns tios que tinham casa de veraneio em Cabo Frio, por lá ficamos de dezembro até o final de fevereiro.
Eu era bem jovem, sem pelos e com a bundinha muito arrebitada. Os meus cabelos longos fizeram um porteiro de meu prédio, no Rio de Janeiro, me apelidar de “Bonequinha” conforme já contei pra vocês em meu conto “Minha Primeira Vez”. Usava shorts muito curtos, apertados, e gostava de passear a pé nas áreas desertas da cidade, principalmente na beira do canal que a atravessa.
Pois foi lá que um dia, logo no início das férias, descobri um grande matagal, cheio de árvores e trilhas, que ia da estrada até a beira do canal. Escondido neste mato haviam belas praias e eu me achava um explorador, que as havia descoberto! Mas o principal eu ainda não sabia: ali era um ponto de pegação, de broderagem, e eu caminhava descuidado por aqueles matos na maior inocência.
Pois foi num belo dia de sol que eu, caminhando por uma trilha, vi um vulto ao longe. Instintivamente eu parei e comecei a observar. Era um rapaz, jovem e atlético, que havia aberto a braguilha de sua bermuda jeans e pusera um longo e grosso pau pra fora, para mijar. E eu, enquanto olhava fascinado aquela jeba, caminhava devagar e em silêncio em sua direção.
Ele me viu, mas continuou mijando. Eu parei de andar e observei. Ele acabou e, olhando para mim, começou a sacudir o pauzão. E ficou sacudindo, sacudindo e me olhando, até que ele começou a engrossar e ficar pesado. E eu ali, observando.
Ele sacudiu mais e já estava quase duro e imenso. E começou a tocar uma punheta ainda olhando para mim. Me senti confuso, excitado, mas coloquei meu pau pra fora pela boca do short e comecei a punhetar também. Ele veio em minha direção, arregaçou a pele e exibiu o cabeção de seu pau, me oferecendo, e eu me agachei e chupei. Sem nenhuma vergonha, mamei aquele cabeção até que ele cuspiu um monte de leite. Sorriu, guardou o pirocão e se foi. E eu ali, tendo descoberto uma nova brincadeira que prometia ser muito interessante!
Continuei caminhando e, mais à frente, uma cena parecida: um negro muito alto, magro e de sunga, havia posto uma enorme e grossa piroca para fora, junto com seu saco imenso. Eles eram sustentados pela sunga logo abaixo de seu saco, o que os fazia ainda maiores. Ele tocava uma lenta e gostosa punheta, olhando em volta como que buscando alguém para vê-lo. E eu estava ali!
Parei e fiquei olhando. Ele me viu, ficou de lado para mim, para que eu visse o tamanho absurdo de sua jeba, e junto com a bronha ainda a balançava para mim, como que me chamando!
Confesso que hesitei, pelo tamanho. Sua piroca era monstruosa, e realmente fiquei com medo. Longa e grossa como um braço, ainda tinha uma grande pele de prepúcio, cobrindo seu cabeção e fazendo, na ponta, o que a gente chamava de “bico de chaleira”. Ele percebeu meu medo e caminhou mais pra frente, até a beira do canal, na prainha, e lá continuou a se masturbar. E eu o acompanhei, fascinado por aquela coisa imensa!
O mais interessante é que passavam pelo canal pequenas canoas de pesca, os pescadores viam a cena e nada falavam! Do mesmo modo, do outro lado do canal, haviam pessoas na prainha do lado de lá e, igualmente, apenas observavam com atenção! E aquilo me animou: fui até ele.
Quando cheguei perto, ele puxou a longa pele que cobria seu cabeção e apontou a enorme piroca para mim. Me agachei e comecei a chupar. Que delícia de cabeça, que coisa gorda, enorme e cheia de caldinho babando! Eu a chupava e, discretamente, olhava as pessoas do outro lado do canal me vendo mamar, e aquilo me excitava ainda mais!
Foi quando ele remexeu em uma pochete e de lá tirou um tubo de lubrificante. Me mostrou e perguntou:
- Quer?
Não pensei duas vezes – eu devia estar louco – e disse:
- Quero…
Ele se deitou na areia da prainha, a piroca apontada para a plateia do outro lado do canal, e a lubrificou toda. Quando terminou, arregaçou a pele em torno do cabeção, exibindo-a, e mandou:
- Vai, senta…
Seu pau e seu saco continuavam sustentados pela sunga abaixo deles, fazendo seu saco ficar imenso. Mas acabei não me preocupando em sentar com força em suas bolas e machucá-lo porque seu pau era tão grande que, certamente, meu cuzinho raso não iria engolir aquilo tudo até que minha bundinha chegasse às suas bolas.
De cócoras por cima dele e com meu cuzinho apontado para o povo do outro lado, abri minha bunda com as duas mãos e encostei meu cu em seu cabeção, deixando que ele empurrasse a jeba.
E ele empurrou. Nossa mãe… que grossura! Dei um gritinho, e falei:
- Ai, meu cu! Calma!
Ele me fez um carinho, abriu minha bunda com suas mãos e começou a mexer devagarinho e gostoso. E ele sabia fazer! Que delícia! Ele começou devagar, meu tesão foi aumentando, e ele começou a fazer mais rápido e meter mais fundo. De vez em quando eu avisava:
- Ai, meu cu…
Ele nem ligava! Começou a atochar fundo e eu comecei a gozar pelo cu – e aí a coisa saiu do controle, porque o gozo anal parece nunca terminar e ficar cada vez mais forte! No fim das contas eu já sentia suas bolas baterem em munha bunda, o que significava que meu cu engolia aquela imensidão inteira! E eu gemia, dizia “ai meu cu”, abria minha bunda e olhava o povo do outro lado do canal, que já havia juntado gente para nos ver!
Por fim o negro enorme gozou, e dentro do meu cu! Senti como se uma bola houvesse crescido dentro de mim, e logo que ele tirou aquela longa cobra de dentro de mim, meu cu soltou um enorme peido cuspindo uma quantidade inacreditável de leite!
Exausto, olhei para o pessoal na prainha do outro lado e eles ainda nos olhavam!
Mas, dessa vez fui eu quem fugiu: vesti meu shortinho e entrei pelo mato novamente, com o cuzinho ardendo ainda!
Muitas outras vezes voltei naquele mato, durante aquele verão. Soube que, hoje em dia, existe um shopping center que foi construído ali, o que é uma pena. Mas as outras aventuras naquele ponto de broderagem eu conto depois.
Beijo a todos!

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