Não cuspia, babava!


BY: wallybee NÃO CUSPIA, BABAVA
Em meu conto anterior (“Cabo Frio era bom”) eu falei pra vocês sobre um ponto de pegação que descobri à beira do canal Itajurú na cidade de Cabo Frio, Rio de Janeiro, em umas férias que lá passei. Pois agora vou contar uma curiosidade que aconteceu, no dia logo após eu haver me exibido sentando na tora do negro, com todo o povo do outro lado do canal nos vendo.

É claro que eu voltaria àquele matagal na beira do canal! Pegação, gente pauzuda e sem perguntas, sem problemas! Era muito fácil e bom! E eu voltei, sempre vestindo meus shortinhos atochados no rego, muito apertados, mas com uma camisa de malha bem longa por cima, para disfarçar.

Completamente sem pelos em nenhuma parte do corpo, coxas grossas, bunda muito arrebitada, magrinho e bem branquinho, acho que eu fazia algum sucesso…

Pois lá cheguei e me embrenhei no mato, em direção à prainha do canal. Fui andando calmamente pelas trilhas, certo de que encontraria alguém se masturbando, mijando ou exibindo a piroca de alguma forma. E não falhou: um mulato de pau grosso, pesado e longo, estava com a bermuda arriada até os joelhos e saculejando a jeba, ainda sem ter me visto. E seu saco era estranho: muito grande e caído, o povo da minha área o chamaria de “rendido”, pois suas enormes bolas ficavam penduradas na altura do meio de suas coxas!

Parei a uma distância que ele me visse e ele notou. Continuou balançando seu grossão e ele começou a crescer e endurecer. Eu pus meu pau pra fora, achando que iria ajudar, mas tive uma surpresa: seu pau amoleceu! Ele continuava balançando, mas mole. Olhava para mim, ansioso. Resolvi testar: virei de bunda pra ele, tirei meu short e apoiei o pé em um tronco caído, para que ele visse meu cu. E não deu outra: seu pau endureceu rapidamente, ficou mais grosso ainda e enorme, e ele começou a caminhar lentamente para mim. E eu ali, de bunda aberta, tocando uma punhetinha e esperando…

Ele se chegou, ficou bem perto e arregaçou a glande, mostrando o cabeção e me oferecendo. Me agachei e comecei a mamar, também pegando em suas bolas caídas e enormes com a outra mão e as levantando na altura da cabeça de seu pau, para lambê-las também. E seu pau crescia, endurecia e percebi o sinal clássico que ia gozar: ficou numa grossura absurda, a rachinha da cabeça de seu pau se abriu mas, ao invés de eu engolir as cuspidas – era o que eu esperava! – ele começou a babar o leite!

Sim, ele não cuspia, ele babava! Ou quase mijava porra, se preferirem!

Um jorro grosso, lento e de muito leite, que não parava de sair daquela jeba imensa enquanto eu não sabia se engolia, lambia ou olhava algo que nunca tinha visto antes!

Ao terminar, ele sorriu para mim e, inesperadamente, começou a puxar conversa. Me ofereceu um cigarro – eu ainda estava aprendendo a fumar, mas aceitei – e conversamos um pouco. Me disse que fazia artesanato e tinha uma barraquinha na feira hippie local.

Logo depois, porém, começou a alisar minha bundinha – eu ainda estava nu – e vi que seu pau crescia e engrossava, cheio de veias. Ele buscou um tubo de vaselina em sua bolsa de hippie, lubrificou sua jeba e pediu que eu ficasse de quatro. Eu fiquei, abrindo meu cuzinho com ambas as mãos, mas sentindo já seu cabeção em minha portinha.

Sua piroca estava ainda meio mole, mas ele foi metendo mesmo assim. E se mole já estava rasgando meu cu, imagina dura! E ele pedia:
- Vai, abre esse cuzinho, abre…
- Tá aberto… mete… vai, bota esse cabeção…

Senti que seu pau endureceu um pouco e a cabeça entrou, seguida do resto enorme de grosso. Ele gemia:
- Aaahhh… que cuzinho quente você tem, menino…

E eu ali, sentindo um tesão louco com aquela jeba meio mole e enorme de grossa atolada em meu cu, indo e vindo. Suas bolas enormes, penduradas, batiam em mim e isso me dava mais tesão! E ele entregou o jogo, ainda metendo em mim:
- Te vi ontem ali na prainha… você e o negão…
- Aii… sério? Que vergonha…
- Vergonha nada… bati uma bronha pra vocês fudendo…
- Você gostou?
- Gostei… quase não acreditei quando seu cu engoliu aquela piroca imensa… acho que não vou conseguir te satisfazer igual…
- Claro que vai… já tá me satisfazendo… seu pau é muito grosso… e adorei o jeito que seu leitinho sai… parece que tá mijando…
- Você gostou?
- Gostei…
- Então vou mijar no seu cu…
- Tá… mija bem grosso…

E eu fiquei lá, já começando a gozar pelo cu, enquanto aguardava o leitinho dele. Só que o rapaz havia falado sério: enquanto suas bolas enormes batiam em mim, comecei a sentir uma coisa quente encher meu cu, muita coisa, uma quantidade absurda – aquilo não podia ser porra! E enquanto isso, eu só o ouvia se aliviar:
- Aaaaahhhh… que mijada gostosa… que cuzinho quente…
- Você mijou no meu cu?
- Não foi gostoso?

Confesso que fiquei tonto, sem saber o que responder. Nisso, seu pau cresceu, engrossou mais ainda e ele começou a socar forte, suas bolas me dando uma verdadeira surra, até que gozou – e eu senti mais coisa quente entrando em mim!

Quando ele tirou a piroca, soltei um peido imenso, escandaloso, que devem ter ouvido de longe. Nesse peido saiu muito, muito mijo e sua porra também – uma boa quantidade – e ainda fiquei fazendo força para tentar soltar o restinho que ainda havia dentro de meu cu.

Pusemos a roupa, fumamos mais um cigarro e ele se despediu, dizendo:
- Passa hoje à noite lá na minha barraca na feira… A gente se vê, fica de boa…

Confesso que passei o resto da tarde pensando nisso.

O resultado? Conto depois!

Beijo a todos!


Foto 1 do conto: Não cuspia, babava!



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