BY: wallybee TODOS ME VIRAM SENTAR
Eu já era um rapaz quando descobri, num classificado de jornal, o anúncio de uma sauna “exclusivamente masculina” aqui no bairro onde morava, no Rio de Janeiro. Excitado, me raspei todinho, fiz uma bela chuca e fui conhecê-la.
Sempre fui magrinho, bundudo arrebitado, coxas lisinhas, não tenho pelos e os poucos que tenho eu raspo – embora às vezes deixe uma enorme moita em volta de meu cuzinho, coisa que fiz ao ir nesta sauna: todo lisinho e um tufo de pentelhos cobrindo meu buraquinho.
Lá chegando, me registrei, peguei a chave do armário e ganhei duas toalhas e um par de chinelos. No vestiário, tirei minha roupa, me enrolei na toalha, calcei os chinelos e prendi a argola elástica das chaves no tornozelo. Ainda eram 14h, a sauna estava vazia. Rodei o andar de baixo, havia um bar. Pedi um suco, tomei e voltei ao andar de cima. Lá existiam cabines individuais com cama, uma sala de massagem paga, um dark room e uma sala de TV onde passavam filmes eróticos gay. Olhei a sala e só havia um rapazinho, magrelo e mulatinho, também enrolado em sua toalha, que assistia.
Os bancos faziam uma espécie de “U” em volta da sala, com algumas poucas cadeiras soltas. Ele estava sentado numa ponta desse “U” e eu, na outra. E o filme estava bom, me deixou meio excitado: dois dotados faziam dupla penetração em um passivo, e quando dei por mim o mulatinho estava esfregando sua rola por cima da toalha. Ele esfregava, olhava a TV, me olhava e voltava a ver TV. E isso se repetia.
Comecei a esfregar a minha também, e não demorou muito vi o volume em sua toalha: devia ser muito grande! Sem mostrar meu pau, meti a mão por baixo da toalha e comecei a mexer, mas ele resolveu ser mais direto: afastou sua toalha e botou uma enorme e grossa jeba pra fora!
Minha boca enchia de água, enquanto ele iniciava uma lenta punheta. Foi quando a porta se abriu e entrou outro rapaz. O mulato rapidamente escondeu seu pau e ali ficamos fingindo estar de boa, uns minutinhos. Mas logo o mulato botou a piroca pra fora e eu, vendo que não tinha problemas, botei a minha também. Logicamente, o outro garoto também mostrou uma grossa jeba, punhetando bem devagar para nós.
Essa “cerimônia” de “entra-gente-esconde-o-pau-depois-mostra” se repetiu umas oito ou nove vezes, na medida em que a sala se enchia de frequentadores. Eu já estava achando aquilo chato, quando o mulatinho se levantou, veio a mim, se agachou e começou a mamar meu pau! Na frente de todos!
Confesso que achei um tesão, pois adoro me exibir! O resultado é que ele logo se levantou, apontou a pirocona em minha boca, arregaçou o cabeção e eu a chupei sem cerimônia! Uma delícia! Enorme, grossa e dura! Como eu estava sentado em um banco longo, havia espaço ao meu lado. O mulato se sentou, lubrificou a jeba e me olhou. Eu já sabia… e meu lado exibicionista falou mais alto: montei em cima dele com minha bunda lisinha, abri meu cu cabeludíssimo e ele apontou o pirocão na portinha. Quando a cabeçona entrou, ele enterrou o resto de uma só vez!
- Ai, meu cu!, disse, não resistindo, e ouvi o pessoal em volta gemer de tesão.
E lá fiquei, quicando e sentando gostoso naquele pirocão grande e grosso, com quase dez homens sentados em volta, tocando punheta e olhando meu cu cabeludo e guloso engolir aquele trambolho inteiro, enquanto eu gemia e repetia: - Ai, meu cu… ai, meu cu…
Não demorou muito e alguns se aproximaram de mim, enormes pirocas, umas mais grossas e outras maiores, todas apontadas para a minha boca e a do mulato, e uma chuva de leite começou! Muita gala, muita porra, muito leite, muito gozo! Nem sei mais quanto de leite engoli, só sei que logo depois foi a vez do mulato explodir meu cu com uma gozada imensa e quente, da qual tive de soltar um enorme peido na frente de todos, expulsando quase um copo inteiro de leite de meu cu!
Só nesta minha primeira vez ainda aconteceram muito mais coisas, como o rapaz que me botou de quatro e ficou hipnotizado pelo meu cu, só repetindo: - Que cuzão… que cuzão…!, enquanto tocava punheta e esfregava uma enorme chapeleta na minha portinha cabeluda!
Mas isso eu conto depois!
Beijo a todos!
Tweet

Conto Anterior
Não cuspia, babava!