BY: wallybee PROPAGANDA ENGANOSA
Quando eu era bem jovem, havia um menino na minha rua que tinha um corpinho que mais parecia de menina: cintura fina, bundudinho, arrebitado, coxas torneadas e, pra piorar, cabelos longos e lisos. Ficamos amigos por estarmos sempre indo correr na praia no mesmo horário, e as coincidências nos aproximaram.
Não pude deixar de reparar nele, quando corríamos: de shortinhos, tênis, meias e uma camiseta que mais parecia uma “baby look”, confesso que muitas vezes fingia cansaço para ficar para trás e olhar aquela bunda maravilhosa!
Um dia corremos muito, exageramos mesmo. Paramos no Posto 9 e concluímos que nenhum dos dois teria disposição para voltar correndo, nos restando caminhar de volta, de Ipanema até Copacabana, onde ele morava. De lá eu pegaria o Túnel Velho e já estaria em Botafogo.
A conversa foi muito boa, divertida mesmo, e ele acabou por me convidar para subir até sua casa. Recusei, alegando estar suado e sujo da corrida, mas ele disse que seus pais estavam viajando e não havia ninguém em casa e, assim, subi até sua cobertura.
Lá chegando, ele disse:
- Tire seu short, fica só de cuecas e vamos ficar na piscina! Eu levo alguma coisa pra gente beber, que tal?
Topei na hora. Subi para o andar de cima, tirei meu short, a camisa suada e os tênis e entrei na água. Ele veio com os refrigerantes e já de sunga. Confesso que fiquei decepcionado com o que vi nele, de frente: um voluminho mínimo, aparentando ter ali só uma tripinha e um saquinho esquecido – um grande contraste com aquela bunda carnuda, tesuda e gostosa que ele exibia para mim em sua sunga. Ao menos era todo depilado, cheiroso, e iso me fazia querer ficar sempre perto dele.
Ele entrou na água e me perguntou:
- Que tal se pusermos água quente agora?
- Aqui na piscina? Ela tem?
- Sim, você quer?
- Claro, nunca experimentei!
E lá ficamos conversando, rindo e relaxando naquela água quentinha até que ele disse:
- Acho que vou no quarto… quero fazer xixi e te mostrar uma coisa. Vem comigo?
É claro que fui. Nos secamos, descemos e entramos em seu quarto. Ele foi na suíte mijar de porta aberta e o que vi confirmou meus temores: era um piruzinho fino e pequeno, eu o olhava quando ele olhou para mim e disse:
- Não quer fazer xixi também? Vem…
Aquilo me excitou, e eu fui. Meu pau estava meia-bomba e quando o botei pra fora ele disse:
- Nossa… ele é sempre assim ou você se animou?
Eu apenas sorri e ficamos nós dois, juntos, mijando no mesmo vaso. Quando terminou, ele ainda ficou ali, de pinto de fora, esperando eu acabar. É lógico que eu maldei e não teve jeito: meu pau começou a crescer. Ele se limitou a dizer:
- Fiquei com vontade… vou pra cama…
Terminei de mijar, fui até a cama e ele já estava deitado, completamente pelado e sem um fio de pentelho no corpo. Eu me deitei ao seu lado, já nu também e numa posição boa para um 69. Ele nem discutiu: abocanhou meu pau suavemente e me deu uma das melhores mamadas que já levei em toda a minha vida!
Eu, por minha vez, abocanhei seu pintinho e comecei a mamar com ele ainda mole. Mas ele começou a crescer. E cresceu. E engrossou. E cresceu mais, e engrossou mais, e começou a ficar meio grande… e eu cada vez mais surpreso com aquilo! Como era possível? E crescia, engrossava e logo a cabeça – gorda, por sinal – apareceu, deixando a pele do prepúcio para trás! E cresceu, engrossou e começou a babar… e eu cada vez com mais tesão e encantado com aquele garoto, que era realmente uma caixinha de surpresas!
Por fim, o rapaz tinha uma pirocona de quase uns 20 centímetros e com uma grossura que chegava a me preocupar! Não resisti e comentei, no meio da sacanagem:
- Nossa… não esperava que seu pau crescesse tanto…
Ele só riu baixinho e respondeu:
- Você ainda não viu meu cuzinho… e tirou a boca de meu pau, ficando já de quatro para mim e com um cu enorme, todo aberto e raspadinho, me esperando!
Meu sonho era foder aquela bundinha gostosa! E eu meti com força! Soquei com vontade e senti que ele também conseguia gozar pelo cu, porque logo senti meu pau sendo empurrado pra trás e um enorme peido sair dali! Ele gemia, gozava, peidava e por incrível que pareça, chorava de tesão!
Não aguentei e entupi aquele cu de leite! Uma das maiores gozadas que já dei na vida! Só que ele era muito educado – um menino de alta classe – e correu ao banheiro para soltar um enorme peido com meu leite… do quarto ouvi o estrondo. Mas já voltou de pau duro e me pedindo:
- Fica de quatro pra mim, fica…
Fiquei, e senti sua enorme e grossa piroca abrir caminho dentro de meu cu… quente, pulsando, molhada e gostosa! E como ele mexia suave e gostoso! Não era bruto, era quase carinhoso, e demorou muito comigo, me fodendo em várias posições.
Por fim, ele me fodia de ladinho e disse que ia gozar. Eu já havia gozado várias vezes pelo cu e disse que ia adorar. Abri bem meu cu e deixei ele socar. E ele me entupiu com uma quantidade cavalar de leite quente, gemendo e chorando enquanto cuspia tudo dentro de meu cu… o menino era um doce…!
Eu já ia soltar o leitinho todo quando lembrei que ele era de alta classe e resolvi imitá-lo: corri ao banheiro e soltei um dos maiores peidos de minha vida, liberando uma quantidade absurda de leite… o menino era uma vaquinha leiteira!
Por fim, terminamos a tarde como dois bons amigos, sentados em sua sala e ouvindo boas músicas, enquanto tomávamos refrigerantes e comíamos batatas fritas!
Era um amigo que eu gostaria de ter até hoje, mas ele foi morar em Londres, com a família. Uma pena.
Mas ainda tenho muitas histórias pra contar, fiquem ligados!
Beijo a todos!





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