BY: wallybee VIAGEM LONGA E GROSSA
Já contei aqui sobre meu amigo de infância, que fazia propaganda de seus 26 centímetros e que descobri serem 28. Nós andávamos muito juntos na juventude e, um dia, ele me disse que um tio havia deixado que ele passasse o feriadão, que caía numa quinta-feira, em seu sítio na cidade de Cascavel, no Paraná. Era uma viagem muito longa e ele me chamou para ir com ele, de ônibus.
Saímos do Rio na quarta-feira à noite. Viagem demorada, noite muito fria ao entrarmos na Via Dutra. Ao passarmos por São Paulo, entretanto, a maioria dos passageiros desceu – por conta do feriado não haviam encontrado passagens em ônibus da linha RJ/SP e pegaram aquele mesmo, só no trecho. Estávamos sentados lá atrás e o nosso segundo andar ficou vazio, só nós ali.
Eu estava sentado junto à janela – sempre uma disputa – e ele inventou de querer trocar de lugar. Recusei e logo começou um divertido empurra-empurra, até que eu desisti e tentei passar sentado por cima dele, para ceder meu lugar.
Quando estava bem em cima de seu colo, entretanto, o ônibus passou num buraco e acabei sentando encaixadinho em seu colo. E senti o volume em meu rego.
Estávamos, eu e ele, de calças jogging e deu pra sentir claramente seu enorme volume crescer embaixo de minha bunda. Não fiz cena, me deixei ficar ali, sentindo aquele colosso crescer em minha bunda e até rebolando um pouquinho. Ele, por sua vez, me pegou pela cintura e permaneceu sentado, deixando sua piroca monstruosa crescer.
Resolvi agir: voltei ao meu lugar e baixei suas calças. Qual não foi minha surpresa quando vi que aquele matagal de pentelhos dele havia desaparecido! Ele estava raspadinho! Raspou tudo! Pau, saco, e me encantei com aquilo, pois sem pelos sua enorme piroca parecia ainda maior!
- Nossa… você raspou tudo…!
- Quis fazer igual você… raspei tudo, não tenho mais um pelo no corpo, só deixei no cu… igual você faz…
Peguei sua jeba imensa, ainda bem molenga mas já gigantesca e grossa, e comecei a mamar… devagar, longamente… com calma, passando a língua em cada cantinho, principalmente daquela chapeleta que parecia um cogumelo, sobrando abas da cabeça para os lados da piroca… e ele lá, poltrona reclinada, olhos fechados e endurecendo sua piroca bem aos poucos… e aquilo levou muito tempo…
Senti, entretanto, que a racha da cabeça começou a abrir, seu pau inchou muito, mais ainda, e começou a pulsar e babar forte: eu sabia que ele ia gozar, e ele era um cavalo gozando. Muito, muito leite mesmo, um absurdo que já havíamos até feito um concurso – que ele ganhou de lavada, é claro.
A racha da cabeça abria, seu pau pulsava e inchava cada vez mais, e eu chupava cada gotinha de baba que saía daquela chapeleta que nem cabia em minha boca… até que explodiu! Eu já o conhecia há anos, e contei: foram 15 longas e grossas cuspidas de leite quente dentro de minha boca, totalmente engolidas por mim já cheio de tesão e com meu cu imenso piscando!
Quando finalmente acabou sua longa gozada, relaxou. Seu pau ficou meia-bomba mas ainda enorme e grosso e eu brinquei com ele:
- Vai me deixar na mão? Meu cuzinho tá com fome…
- Cuzinho? Você tem um túnel do Metrô na bunda, acho que não dou conta… e riu, brincando.
Pois não esperei nada: bebi um gole de água para ajudar a descer tanto leite e voltei a mamar aquela jeba monstruosa. Ele até ensaiou uns resmungos de reclamação, mas sua piroca começou a endurecer de novo e ele calou a boca.
Parei de mamar quando ela já estava em seus plenos e absurdos 28 centímetros por 6,5 de largura. Peguei minha pequena mochila, turei um tubo de lubrificante e também tirei minha calça jogging e minha cueca. Lubrifiquei seu monstro quente e babão, e me deitei por cima dele – não havia mais ninguém no ônibus mesmo – já com a absurda cabeça empurrando a portinha pentelhuda de meu cu. Disse a ele:
- Vai… empurra…
- Vou meter… abre o cu…
- Tô abrindo com as mãos… vai, atocha…
- Aaahhh… sente minha cabeça, sente…
- Nossa… sua chapeleta é um absurdo… tá arregaçando meu cu… me arrombando…
- Aaaahhh… tá entrando… que cu quente…
- Nossa…! Que pau grosso…! E é muito quente também… Vai, mexe essa jeba, mexe…
- Quero meter tudo… que tesão seu cu me dá…
- Ai… você sabe que não cabe… calma…
- Vai, abre esse cu…
- Ai meu cu, calma…!
- Vai!
- Ai, meu cu! Ai, meu cu! Ai, meu cuuuu…!
E gozei pelo cu, soltando um enorme peido que, pelo ônibus estar vazio, ninguém ouviu. Mas ele enfiou quase toda a sua jeba em mim! Sei disso porque cheguei a sentir seu saco batendo em minha bunda.
Ele continuou metendo forte, cada vez mais rápido e eu senti que ia gozar de novo – gozar pelo cu é assim: quando começa, não pára mais. E gozei anal uma, duas, três, quatro, cinco vezes! E ele socando forte a pirocona de 28 centímetros em meu cu! Mas então ele me disse:
- Aaahhh… vou gozar… se prepara… vai, se prepara porque vem muito leite…
- Então entope meu cu com esse monte de porra que você cospe, vai… entope tudo!
- Abre o cu! Abre o cu!
- Tá todo aberto! Ai, meu cu! Ai, meu cu!
E aquele monstro grosso explodiu dentro de meu cu, enchendo ele de tanto leite que chegou a vazar pelos lados com o pau dele ainda dentro de mim! Mas o pior: ele gozou mas não parou! Eu estranhei:
- Ainda tem mais pra me dar…?
- Tem muito mais… você não sabe o tesão que seu cuzão me dá… Todo dia toco uma punheta pro seu cu…!
- Toca mesmo? E goza muito?
- Gozo…
- Então vai, arromba esse meu cu… enche ele com mais leite, vai… atocha…
- Abre esse cu, vou gozar de novo!
- Goza, pirocudo!
- Aaaaahhhhh… Toma! Toma leite! Toma!
E mais uma explosão de porra inundou meu pobre cu, dentro daquele segundo andar do ônibus.
Ele devia estar muito tarado mesmo, pois fodeu meu cu umas quatro vezes e me entupiu de leite, só parando porque o ônibus parou num restaurante para o lanche. E foi um aperto: só percebemos com o ônibus já desligando o motor. Nos vestimos às pressas e nem tive tempo de soltar aquele monte de leite dele do meu cu.
Descemos, cumprimentamos o motorista e vimos que ainda haviam uns cinco ou seis passageiros no andar de baixo. Fui todo travado até o banheiro, qualquer descuido e eu expulsaria um litro de leite pelo cu no meio do caminho! Ele, solidário, foi ao banheiro comigo e me avisou:
- Vai, pode soltar. O banheiro está vazio.
E soltei um imenso peido, que durou uns quinze segundos de barulho e leite saindo de mim, direto para o vaso. Tive de me limpar com a duchinha, mas depois ficou tudo bem.
Lanchamos, o motorista chamou, voltamos aos nossos lugares e a viagem prosseguiu. Ainda tínhamos o resto da noite para viajar… e aproveitar – se meu pobre cu aguentasse!
Mas o resto da viagem conto em outra história.
Beijo a todos!





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