MEU VIZINHO DE CONDOMÍNIO


BY: wallybee Eu morava em um condomínio muito sossegado. Era uma boa casa e eu vivia com meus pais, mas não tinha amigos por ali. Por coincidência, não haviam muitos jovens morando lá e a maioria havia se mudado para a capital para estudar ou trabalhar. Assim, meus dias se resumiam a ir ao colégio e, na volta, ficar brincando na piscina de armar (onde exibi meu cu para o cara que consertava o telhado do vizinho, que contei no “Mostrando o mais gostoso” que publiquei recentemente) ou dar voltas pelo condomínio, que era muito grande.

Um dia me pediram para comprar cigarros e fui à padaria que havia lá dentro. A marca que meus pais fumavam estava em falta e me lembrei de uma vendinha que havia em frente a portaria do condomínio, que também vendia cigarros.

Lá chegando, fui atendido por um jovem nordestino que, logo de cara, percebi ser gay e isso me interessou. Pedi os cigarros e também, para ter uma desculpa para ficar um pouco por lá, uma cerveja. Ele me serviu e fiquei pelo balcão mesmo, em pé, pois assim podia conversar com ele.

O bar estava bem vazio, eu era o único cliente e ele, o único funcionário naquelas 3 horas da tarde de um dia ensolarado da semana.

Começamos a conversar e nos entendemos muito bem. Como todo nordestino, ele tinha um humor muito doido e ríamos muito ali, juntos. Nisso, chegou um rapaz, pediu um salgado e se sentou numa mesinha para aguardar ser servido. Quando meu novo amigo foi levar seu salgado para ele, pude ver um bom volume por baixo de sua bermuda, e isso me excitou. Falando baixinho, pedi a ele um papel e uma caneta para escrever meu telefone e ele me deu. Logo a seguir, o rapaz da mesa pediu um refrigerante e ele foi novamente entregar – e dessa vez com um volume bem maior na bermuda!

Ora essa! Então ele havia se excitado com nossa troca de telefones!

O rapaz comeu o salgado, bebeu seu refrigerante, pagou e foi embora. E então, novamente à sós, perguntei onde ele morava e, para minha surpresa, ele disse que era no mesmo condomínio que eu! Ele tomava conta de uma casa de veraneio e, por isso, tinha um quarto para ele. Nos dias comuns, trabalhava na venda. E é claro que perguntei o endereço, já marcando de nos vermos à noite.

Terminei minha cerveja e falei que às 8 da noite bateria em sua casa, pois os donos só vinham em férias ou feriados e ele ficava lá sozinho, no seu alojamento independente. Em casa resolvi caprichar: me depilei todo – nada de pelo em lugar nenhum, e dessa vez raspei até meu cuzinho – fiz uma boa chuca e preparei uma mochila com um frasco de creme hidratante (era o que eu tinha pra lubrificar) e um monte de revistinhas de sacanagem gays, que eu colecionava. Tomei um banho caprichado e vesti uma cueca que eu havia comprado especialmente para essas ocasiões, muito pequena, cavada e que entrava totalmente no rego de minha bunda. E, no horário marcado, mochila no ombro, lá fui eu para a casa dele!

Toquei a campainha, ele atendeu sorridente e entrei pela porta, que dava direto para a rua mas era seguida de uma escadaria que levava ao andar de cima, onde ele morava numa confortável quitinete que possuía até uma varanda de frente para a rua. Subimos e ele me ofereceu um café, que tomamos juntos. Ele estava com uma bermuda tipo das que usava para trabalhar, mas logo se livrou dela dizendo que era pra ficarmos à vontade, e também pediu que eu ficasse como ele, só de cuecas – e era a minha deixa!

Ao me ver só de camisa de malha e minha cuequinha enterrada no rego e bem cavada, vi que seu volume sob as cuecas começou a crescer. Eu disse a ele:
- Trouxe umas revistas pra te mostrar, quer ver?
- Quero, vamos lá pro quarto!

Era o único quarto da quitinete, e havia uma cama de casal encostada na parede. Nos deitamos nela, recostados na cabeceira, e comecei a folhear junto com ele as revistinhas. E vi seu volume crescer, crescer e ficar de um tamanho que eu já sabia que ele era bem dotado. Eu estava pensando em como começar os carinhos quando ele me surpreendeu: simplesmente abaixou suas cuecas e ficou com seu enorme pau – 18 centímetros e muito grosso – já todo duro, pra fora! Eu me assustei e brinquei:
- Nossa… já tá assim?

Ele não respondeu. Ficou olhando pro próprio pau e começou uma punheta. Não resisti e abocanhei o grosso, sentindo ele encher toda a minha boca. Mamei gostoso naquela pirocona por um bom tempo, até que senti começar a sair a baba. Ele disse:
- Vai, vira o cu, quero botar…

Fui até minha mochila, peguei o frasco de hidratante e enfiei o gargalo em meu cuzinho, espremendo bastante creme lá dentro pra lubrificar. O problema é que junto com o creme também entrou um monte de ar, e isso iria fazer ele rir um bocado, depois.

Já lubrificado, fiquei de quatro e apontei meu cuzão raspadinho e cheiroso pra ele, que encostou o cabeção de sua piroca grossa e começou a meter devagar. Que pau gostoso! Grosso, quente e do tamanho certo para eu, que sou raso, engolir inteiro pelo cu: 18 centímetros! Ele mexia com calma, me dando um tesão louco, mas logo me botou na posição que descobri ser a sua predileta: de ladinho.

E ele socava com vontade, até que comecei a gozar e aí ele teve de ver uma coisa que – acho – poucas pessoas veem e sequer sabem que é possível: o gozo anal. Comecei a gozar, muito forte, meu cu se abria e empurrava seu pau pra fora, e aí aquele ar que entrou junto com o creme hidratante começou a sair, e cada peido que eu soltava ele ria e sentia mais tesão, socando cada vez mais forte! E eu sentia seu pau crescer, engrossar ainda mais e deixei ele gozar dentro do meu cu.

Confesso que esperava um esguicho forte, mas mal senti seu leitinho. Depois, como passei a frequentar sua casa quase todo dia, descobri que ele não tinha muito leite e gozava como um rapaz que sentei uma vez: nada de esguichos, ele babava gozo. Mas fiquei feliz, pois sua piroca era muito grossa e eu sempre conseguia gozar pelo cu com ele.

Infelizmente, tempos depois eu me mudei do condomínio. Ainda fui em sua casa algumas vezes mas depois perdemos o contato.

Mas essas outras fodas – inclusive a de quando ele levou um amigo pra foder conosco – eu conto depois.

Beijo a todos!

Foto 1 do conto: MEU VIZINHO DE CONDOMÍNIO



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