DOR DE BARRIGA É SENSUAL?


BY: wallybee Eu ainda era bem jovem, adolescentezinho, e morava numa casa enorme com um quintal gigantesco.
Lá nos fundos havia uma casa de caseiro que estava em obras e, em volta dela, existia um piso cimentado que aproveitamos para montar uma piscininha em cima, por ser liso e plano.

Era uma tarde de domingo, meus pais haviam saído e dado recomendações que não fizesse mais bagunças na casa – sim, eu havia aprontado e eles estavam furiosos comigo – nem levasse mais amigos lá para dentro.

O caso é que chegou um garoto que não era exatamente meu amigo, por ser muito mais novo que eu, mas ele gostava muito dos meus cachorros, vivíamos conversando e ele sempre ia lá em casa vê-los e até dar uns mergulhos na piscininha – a mesma que eu me banhava no exato momento em que ele chegou.

Muito magrinho, cabelos cortados bem rente, obviamente sem nenhum pelo mas com uma bunda impressionantemente arrebitada, curvilínea e apetitosa! E ele veio de sunga, já perguntando se podia mergulhar. Deixei, é claro, e ficamos um bom tempo na piscina. Para ser gentil, fui la na cozinha e trouxe uns salgados que meus pais haviam comprado há uns três ou quatro dias para comermos, e deixei ao lado de onde estávamos. Falávamos besteira, ríamos e comíamos os salgados.

Foi quando ele começou a fazer umas caretas estranhas, dizendo que não estava se sentindo muito bem. Perguntei se queria ir embora e ele disse que precisava ir ao banheiro urgente. E lembrei da bronca dos meus pais, me proibindo de levar amigos pra dentro de casa – pior ainda um amigo todo molhado da piscina! A solução eu disse pra ele:
- Olha, essa casa aí é do caseiro, tá em obras, cheia de paredes derrubadas mas tem vaso sanitário, água e até duchinha. Quer usar?

Ele olhou e viu que não havia nenhuma porta naquela casa. Envergonhado, perguntou se não podia usar o da casa e eu expliquei a bronca de meus pais a ele. Ainda muito envergonhado, saiu da piscina e me pediu que o levasse ao banheiro da casa. E entrei nela.

Pois exatamente a parede do banheiro onde ficava o vaso sanitário havia sido derrubada, restando somente o encanamento do vaso e da duchinha. Se ele sentasse ali, sua bunda seria vista por mim, da sala. Mas não havia jeito.
- Promete que não vai contar pra ninguém?, pediu ele.
- Claro, fica tranquilo. Vou ficar aqui, e quando você terminar te explico como usar a duchinha, porque não tem papel higiênico. Vai, senta aí e faz…

E fui pra sala, me sentando em uns tijolos empilhados ali, bem atrás dele e de sua maravilhosa bunda.

Ele tirou a sunga e vi sua bunda fantástica. Mais fantástica ainda foi a maneira como ele se sentou no vaso, abrindo a bunda com as duas mãos, para deixar o cuzinho bem aberto! E não teve jeito: comecei a ficar de pau duro… E ele ali, sentado e arrebitadinho.

Soltou uns peidos, mijou – ele tinha um saco grande, dava pra ver por trás daquele vaso sem tampa – e começou a tentar fazer. Fez força, eu o ouvi gemer. Se dobrou para a frente, curvado, e abriu novamente sua bundinha com as mãos, se levantando um pouco do vaso e me mostrando um enorme e desproporcional cu, todo aberto, e que começava a expulsar uma das coisas mais grossas que vi em minha vida!

Um enorme e grosso tronco preto saía lentamente daquele cu enorme, enquanto ele gemia e quase chorava, ainda com ambas as mãos abrindo o cu e com a bunda levantada, deixando que eu visse tudo!

Por fim o monstro caiu. Eu achei que havia chegado ao fim e já ia levantar para ensiná-lo a usar a duchinha, quando ele se curvou novamente, gemeu, abriu o cu com as mãos e outro monstro começou a sair de dentro dele! Enorme, gigantesco e grosso! Mas não havia terminado, o pior ainda estava por vir: pela terceira vez se curvou, gemeu, abriu o cu com as mãos e o que vi alargar aquela raba deixava todos os outros toletes anteriores no chinelo. Como um menininho daquele tamanho podia fazer algo tão grosso assim? Aí tinha coisa…

A grossura do monstro devia ser quase de uma lata de refrigerante e ele parece ter entalado à meio caminho. O menino arfou, sem fôlego, e chorando me pediu ajuda:
- Tio… não tô conseguindo… me ajuda…

O pior da história era eu estar de pau duro. Eu me achava um pervertido, mas tinha de ajudar o garoto. Fui até ele, segurei suas mãos, apoiei sua cabeça em meu ombro enquanto, com uma das mãos fazia massagem em sua barriga.
- Tá saindo?, perguntei.
- Não… é muito grosso…

E aquilo me excitou ainda mais. Sou um pervertido, concluí para mim mesmo. Então eu próprio abri sua bunda com minhas mãos e pedi que fizesse força. Ele fez e vi que começava a sair. Com uma das mãos em sua bunda e a outra massageando sua barriga, eu o incentivava:
- Vai, tá saindo! Força!
- Tá grosso, tio…
-Não faz mal, isso é comum e depois passa… vai, se abre bem, abre sua bundinha, vai…

A verdade é que meu tesão já estava a mil e, sei lá por quais motivos, vi que o garoto também estava com o pau extremamente duro enquanto sentia seu cuzinho aberto. Eu estava em pé, curvado sobre ele com uma mão em sua bunda, outra em sua barriga e ele – miseravelmente, estava com a cabeça e boca exatamente sobre minha sunga, que escondia meu pau todo duro.

Por fim o monstro saiu. Ele respirou aliviado e eu o abracei, ainda sentado no vaso. Passamos vários minutos assim, até que ele recuperasse o fôlego e parasse de chorar. Mas seu pau continuava duro, e parecia bem promissor… de um tamanho anormalmente grande para ele…

Quando se recuperou, eu o ensinei a usar a duchinha, aproveitando para ensinar também como fazer uma boa e caprichada chuca. Ele ficou contente com isso, chegou mesmo a sorrir. Mas era hora de eu perguntar:
- Olha só, pra você fazer uma coisa tão grossa assim, você deve andar brincando com esse cuzinho, não é?
- Ai, tio… que é que tem…?
- Nada, mas eu preciso saber pra te dar umas dicas pra você não sofrer mais. Você faz o quê com seu cuzinho?
- Eu brinco… só isso…
- Brinca como? Faz o quê? Usa alguma coisa pra brincar com ele?
- Uso… é uma lata de desodorante… ela tem a tampa redonda…

Estava explicado. Um adulto não conseguiria sentar numa coisa dessa grossura e aquele taradinho já a atochava por inteiro no cuzinho! Voltei a perguntar:
- Você gosta de meninos, né? Isso não tem problema nenhum, é normal, fica tranquilo… Gosta de alguém que eu conheço?
- Gosto…
- Quem?
- Você…

E aquilo me desmontou. Tudo bem, eu era um jovenzinho, mas as idades eram desproporcionais. Ele me dava um tesão louco, mas não podia rolar! E disse isso pra ele, fazendo ele responder com esperteza:
- Mas eu te vi de pau duro agora, comigo…

Olhei para o meio de suas pernas, com ele ainda sentado no vaso, e lá estava sua piroca, grande demais para seu tamanho, grossa, sem nenhum pentelho e completamente dura – devia ter quase uns 17 centímetros. Mandei tudo às favas e o chupei.

Era a primeira vez que ele recebia um boquete, então quase não demorou. E o esguicho veio forte, grosso e farto. Depois o tirei do vaso, o coloquei de quatro sobre uma lona no chão e enterrei meu pau naquele cu que eu tanto cobiçava. Sim, estava largo depois daqueles monstros passarem ali, mas a bunda dele era mesmo uma delícia e a enchi de leite rapidamente, com ele gozando pelo cu pela primeira vez.

Combinamos que ele não iria mais se masturbar com aquele desodorante, para que seu cu ficasse fechadinho de novo, e ele passou a frequentar minha casa assiduamente.

Eu era só um garoto no colegial, mas os hormônios já faziam a festa.

Beijo a todos!

Foto 1 do conto: DOR DE BARRIGA É SENSUAL?

Foto 2 do Conto: DOR DE BARRIGA É SENSUAL?

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Foto 4 do Conto: DOR DE BARRIGA É SENSUAL?



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