BY: wallybee Contei recentemente sobre um garotinho que frequentava minha casa quando eu era adolescente, e que tinha uma bunda tão arrebitada que chamava atenção na rua. Ele era bem mais novo que eu, mas frequentava minha casa por gostar de meus cachorros e também porque – esqueci de dizer – era filho da faxineira, que morava na vila ao lado de minha casa. Em resumo, ele vivia lá.
Ele era magrinho, mulato muito clarinho, cabelos cortados muito rente e usava umas bermudinhas sempre atochadas em seu rego profundo, no meio daquela bunda absurda de arrebitada. Ele tinha por hábito ir lá em casa – já entrava sem avisar, tamanha a intimidade – brincava com os cachorros, que adorava, às vezes ia na piscina (da qual contei o episódio de sua dor de barriga) e, na maioria das vezes, ficava assistindo a TV à cabo, os canais de desenho que em sua casa não tinha. Frequentemente entrava em meu quarto e me perturbava em minhas leituras, pois queria brincar com uns carrinhos meus que eu ainda guardava na estante, como lembranças da infância. E este episódio que vou contar aconteceu antes de sua dor de barriga, que nos proporcionou aquela intimidade toda.
Um dia eu estava reclinado em minha cama, encostado na guarda e lendo um livro. Eu usava um short sem cuecas e sempre me depilei completamente. O livro estava sobre minhas coxas, com as pernas encolhidas e as usando como uma mesa para ler. Pois então o menino entrou e pediu para brincar com uns carrinhos. Eu deixei, e ele os pegou e começou a brincar com eles na cabeceira da cama, bem aos meus pés e de frente para – eu não tinha a menor ideia – meu saco e a cabeça inchada de meu pau, aparecendo pela boca do short. Ali ele ficou um bom tempo e eu já estranhava isso. Comecei a observá-lo e vi que ele fingia brincar, mas não tirava os olhos do meio de minhas pernas.
Lá de baixo minha mãe o chamou, e a mim também, para lancharmos e ele saiu correndo na frente. Aproveitei e me examinei, descobrindo que o que interessava ao menino era meu enorme saco e a cabeça inchada de meu pau, que saíam pela boca do short. E, confesso, aquilo me deu tesão.
Ele voltava todo dia, e eu sabia disso. No dia seguinte, peguei um anel peniano que havia comprado num sex shop e o coloquei em mim. Meu pau ficou grande, grosso, e meu saco virou quase um balão! Pus o short por cima – o mesmo do dia anterior – e busquei um livro pra ler, colocando uma revistinha de sacanagem entre as páginas para ficar de pau duro quando ele aparecesse. E deu certo!
Reclinado na guarda da cama, na mesma posição do dia anterior e fingindo ler o livro, novamente o menino foi lá pedir para brincar com os carrinhos. Era a hora! Deixei, ele os pegou e os colocou no mesmo lugar do dia anterior: na cabeceira, para ver meu saco e meu pau. E qual não foi a surpresa dele quando os viu tão inchados, o pau bem grosso e o saco estufado!
Eu o observava discretamente, e vi que seus olhinhos se arregalaram e um meio sorriso não saiu mais de sua boquinha! E passou muito tempo fingindo brincar e olhando meu pau, até que decidi que era hora de fazer meu pau crescer: abri a revistinha de sacanagem por dentro do livro e comecei a ver. Meu pau cresceu, inchou, a cabeça ficou enorme e ele não disfarçou a surpresa: de olhos arregalados e boca aberta, passou uns trinta segundos só olhando, sorrindo e sem sequer fingir que brincava.
Ainda tentou disfarçar. Mexia dez segundos com os carrinhos, olhava dez minutos o meu pau e sorria. Por fim, não resistiu e resmungou, de olhos cabisbaixos como quem estivesse brincando:
- Tá vazando…
Não passei recibo e continuei fingindo que lia, até que minha mãe novamente nos chamou para lanchar.
No dia seguinte fui mais atrevido: eu já sabia a hora que ele chegava e, invariavelmente, me buscava no quarto para ver meu pau. Pois neste horário – meu quarto era suíte – fui ao banheiro, deitei no chão ao lado da porta que deixei entreaberta, pus o anel peniano, o lubrifiquei e comecei uma punheta. Em minutos ele chegou, eu o ouvi entrar em meu quarto e me chamar, mas fiquei calado e punhetando: o “Schlept-schlept” da punheta lubrificada levaria ao banheiro.
Dito e feito: pelo espelho do banheiro eu via sua cabeça me espiando pelo vão da porta, enquanto eu me masturbava. E eu sempre costumo demorar pra gozar, mas ele permaneceu lá o tempo todo!
Quando finalmente gozei, percebi que ele se agitou ao ver o monte de cuspidas dadas pelo meu cabeção, e ele só saiu da fresta da porta quando me levantei para me limpar. Mas eu já tinha outra maldade planejada para o dia seguinte.
No outro dia eu sabia que ele viria novamente, e deixei minhas revistinhas gay de sacanagem em cima de minha cama, e permaneci na sala pois minha mãe havia saído. Ele chegou, brincou com os cachorros e ficou um bom tempo na sala, na esperança que algo acontecesse, mas eu estava de calça de moleton e nada haveria para ver. Desanimado, ele perguntou se podia brincar com meus carrinhos no quarto – e eu havia deixado as revistinhas em cima da cama – e eu deixei, recomendando que ele brincasse lá, para não perder nenhum.
Alguns minuto se passaram e resolvi ver o que se passava. Descalço e pé ante pé subindo a escada, espiei pela fresta da porta do quarto: ele não estava lá. Silenciosamente a abri, olhei em volta e nada. Mas as revistinhas haviam sumido! Certamente ele estaria em minha suite, as olhando, e para lá eu fui e encontrei a porta semi aberta e ele deitado no chão, tal qual eu fiquei para ele!
Com uma das mãos ele segurava a revista, que mostrava um dotado atochando o cacetão no pobre cu de um magrinho de quatro, e com a outra tocava uma punheta em seu pau, que – para minha surpresa, era enorme! Deveria ter quase uns 17 centímetros, era grosso e com a pele do prepúcio cobrindo a cabeçona!
Antes de gozar, ele deixou a revistinha no chão e com a mão esquerda arregaçou a pele do prepúcio, segurando seu pau pela base com a enorme chapeleta exposta. Com a outra, batia uma nervosa punheta já com muita baba saindo pelo cabeção, até que um monte – nem sei quantos – jatos de porra saíram daquela grossa e grande caceta! E foi a hora em que novamente o imitei e saí de fininho dalí.
Voltei para a sala e, em minutos, ele reapareceu. Perguntei se queria lanchar, ele disse que não. Parecia estar meio sem graça e logo se despediu.
Mas no dia seguinte voltou. Ele havia ficado viciado em ver meu pau.
Como ele começou a tocar punheta para mim lá em casa, todos os dias, contarei numa próxima história.
Beijos a todos!

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MINHA PRIMEIRA VEZ COM UMA TRANS