BY: wallybee Este é o terceiro episódio que falo sobre o garotinho bundudo e magrinho, filho da faxineira, que todos os dias ia em minha casa ver meu pau. Falei sobre ele no “Dor de Barriga É Sensual?” e no “Ele Me Espiava Escondido”, acho que vale a pena ler também, para entender este aqui.
O caso é que acabou por se estabelecer uma rotina: todas as tardes o menino ia lá em casa e eu estava em minha suíte, no andar de cima. Sempre depilado, de shorts, sem cueca e usando um anel peniano que deixava meu saco um balão e meu pau absurdamente grosso, saindo pela boca do short para ele ver. Eu me reclinava na guarda da cama, fingia ler (com uma revistinha gay de sacanagem dentro das páginas do livro) e ele sempre subia para brincar com uns carrinhos que eu guardara de minha infância. Ele se postava na cabeceira da cama com os carrinhos e, de lá, ficava apreciando minha jeba e meu saco.
A novidade começou depois que eu pus a revistinha de sacanagem dentro do livro, fiquei de pau duro e grosso na frente dele e ele viu. No dia seguinte, na hora que ele chegou, corri ao banheiro para me masturbar com a porta entreaberta. Ele ouviu o barulho molhado da punheta e ficou espiando até eu gozar. E no outro dia, a situação se inverteu: eu o peguei em meu banheiro tocando punheta e o espiei escondido. E aí começou tudo.
Nossa gostosa rotina era a seguinte: eu no quarto já preparado, como disse. Ele chegava, pegava os carrinhos e começava a brincar e olhar meu pau. Não demorava muito e eu começava a ver a revistinha e meu pau começava a crescer e engrossar. Inevitavelmente um sorriso iluminava seu rosto, e ele parecia ficar muito feliz, pois sabia que o pau crescia para ele!
Depois de um bom tempo com ele vendo minha jeba enorme de dura e já babando, eu dizia:
- Vou no banheiro um instante, tá bom?
E ia em minha suíte, sempre deixando a porta entreaberta. Lá, eu lubrificava bastante meu pau – sempre com o anel peniano – e começava uma barulhenta punheta, “schlept-schlept!”, agravada com os gemidos altos, que eu soltava de propósito. Era a conta: ele se aproximava silenciosamente e começava a me ver tocar punheta pela fresta da porta, pois eu via a pontinha de sua cabeça pelo espelho do banheiro. E lá ele ficava até que eu derramasse todo meu leite em minha barriga, para que ele visse a quantidade. Depois disso, como sabia que eu me levantaria para me limpar, ele saía e fingia estar inocentemente brincando com os carrinhos.
Eu também me fazia de inocente, e sempre deixava várias revistas de sacanagem gay no banheiro. Era a conta: depois que eu desocupava e voltava ao quarto, ele sempre me pedia:
- Tio, posso ir no seu banheiro?
E a cena se repetia, só que com ele punhetando um surpreendentemente grande e grosso cacetão de quase 17 centímetros! Não demorou muito e ele também começou a lubrificar sua enorme jeba com o creme, tal qual eu fazia com a minha, e fazendo exatamente os mesmos barulhos. E pior: em menos de um mês nessa rotina, ele começou a gemer alto como eu fazia!
Um dia, ao terminar minha punheta, saí do banheiro e “fingi” ter esquecido um consolo de silicone por lá. Era uma réplica perfeita de um pirocão de 20 centímetros por 5 de largura. Era uma experiência que eu queria fazer, para ver o que ele faria. E me surpreendeu.
Sentei na cama e a rotina se repetiu:
- Tio, posso usar seu banheiro?
- Claro, vai lá!
E ele foi. Esperei um tempo e nada do “schlept-schlept” costumeiro da punheta. Fiquei intrigado e fui olhar pela fresta. E lá estava ele, de costas para a fresta da porta e de cócoras sobre o consolo já cheio de creme, sentando nele com gosto! E eu ali, olhando aquela bundinha linda engolir 20 centímetros de rola na minha frente!
Em certo momento ele começou a peidar e percebi que ele também conseguia gozar pelo cu. Me afastei, por via das dúvidas, e voltei para a cama. Mas em pouco tempo o velho “schlept-schlept” da punheta veio aos meus ouvidos, junto com seus gemidos – e, é claro, fui olhar. E vi a enorme cusparada de leite que o garoto deu, após ter descoberto os prazeres de uma enorme rola no cu!
E esta foi nossa rotina diária por quase uns seis meses, até o episódio da dor de barriga, que mudaria tudo e nos aproximaria ainda mais!
Beijo a todos!

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