BY: wallybee Época de escola, eu era um adolescente tarado mas cansado de sentar na enormidade absurda de meu amigo de infância (vide contos “Voyeur e Exibicionista”, “Viagem Longa e Grossa” e “Uma Depois da Outra”), cujo pau era uma verdadeira anomalia em matéria de tamanho, grossura e quantidade de leite, mal permitindo que eu me mexesse além de limitar muito as posições que eu poderia sentar.
Eu era magrinho, bunda muito arrebitada, completamente depilado e usava longos e lisos cabelos, até abaixo do ombro. Eu sabia que minha bunda era olhada, que uns garotos até tocavam punheta para ela e que nas aulas de educação física – shorts curtos, apertados e entrando no rego – até meu professor se mexia incomodado, ajeitando seu pau pra lá e pra cá em suas calças.
Me sentindo ardido, alargado e farto de não ter novidades com a enorme jeba leiteira de meu amigo, resolvi tentar algo diferente: tive um trabalhão para descobrir o telefone da manicure de minha mãe e liguei para seu número, para falar com seu filho Fred – sim, aquele do meu conto “Meu Amigo Fred” – que parecia um indiozinho e tinha a bunda ainda mais empinada que a minha! Eu não o via há uns três anos, e estava com saudades dele!
Pedi que ele pegasse um ônibus e fosse à minha casa, onde eu já havia pedido ao porteiro as chaves do terraço, alegando que iria brincar lá em cima.
Pois logo após o almoço ele chegou, e eu o encontrei bem no ponto de ônibus. Nos abraçamos felizes, sorrimos e fomos à pé para casa, tomando o elevador e subindo direto para o amplo espaço vazio que havia no último andar de meu prédio, apenas com uma pequena casinha com cama, uma pia e um banheiro. Mas era tudo o que precisávamos!
Fred havia crescido! Estava mais alto, ainda com cara de indiozinho, mas emagrecera e sua bunda crescera e se arrebitara ainda mais, além de suas coxas terem engrossado e seu volume na frente ter crescido a ponto de ter me chamado atenção!
Tiramos toda a nossa roupa e vi que ele estava totalmente depilado, mas sua piroca havia crescido e engrossado muito! Estava longa, grossa, escura mas com uma cabeça muito vermelha e grande, além de seu saco ter se tornado enorme!
Ainda em pé, nos abraçamos e começamos a nos beijar. Éramos agora quase da mesma altura e eu sentia sua jeba tocar em meu corpo, bem como seus braços me envolverem e sua enorme língua invador minha boca – e eu a chupava com gosto…
Agarrei sua bunda, alisei suas coxas e mexi em sua piroca enquanto nos beijávamos, e ele fez o mesmo comigo. Então deitamos e começamos um delicioso 69 de ladinho, onde seu enorme saco ocupava um bom espaço em sua coxa e sua piroca tapava minha boca, de tão grossa que havia se tornado.
Ansioso por aquela jeba em mim e já com meu cu piscando, lubrifiquei aquele cacete grosso e fiquei de quatro, oferecendo meu cu depiladinho e aberto para ele. Ele viu e não aguentou:
- Aaaiii… que tesão de cu… você tem um cuzão…! Por quê passamos tanto tempo sem nos ver?
- Então desconta esse tempo agora… vai, enterra essa piroca… nossa, Fred… como ela cresceu…
- Cresceu de tanta punheta pra você e seu pau, ou já esqueceu?
- Claro que não, senão não tinha te chamado pra eu sentar… vai, enterra…
E ele encostou o pesado e quente cabeção vermelho em meu cu e começou a empurrar, abrindo meu rabo aos poucos e me fazendo sentir sua grossura gostosa e macia.
Ele mexia gostoso, seu pau era grosso e macio e eu já havia gozado umas três ou quatro vezes pelo cu, quando ele parou de mexer de repente e me disse:
- Espera um pouquinho… sente… vai, sente…
Eu não entendi: ele ali parado, com a cabeça gorda de seu pau enterrada em meu cu, sem mexer e me pedindo pra sentir? Sentir o quê?
Foi quando eu realmente comecei a entir uma coisa quente me encher. E encheu, encheu, encheu a ponto de começar a vazar pelas beiradas de meu cu e me fazer perguntar:
- Fred, quê isso?
- Aaaahhh… tô mijando em seu cu… sente que gostoso…
E era gostoso mesmo. O safado me entupiu o cu de mijo, parou um pouquinho e mandou:
- Vai, solta tudo!
Eu peidei um longo esguicho de seu mijo mas, antes que eu terminasse, ele novamente enfiou seu cabeção no meu cu e continuou a mijar. E me encheu novamente e mais uma vez mandou que eu soltasse!
Por fim, me deu seu pirocão gordo e mole pra mamar, até que ele endurecesse de novo, quando ele o meteu mais uma vez em meu cu e o encheu novamente – mas desta vez de leite, muita porra quente e grossa, que deixei escorrer bem devagarinho para fora enquanto ele olhava meu cu babar e cuspir seu leite.
Nossa foda mal havia começado. Eu tive o prazer de sentar gostoso e agora era a vez dele, mas isso eu conto em outro episódio.
Beijo a todos!



Tweet

Conto Anterior
UMA DEPOIS DA OUTRA