BY: wallybee MEU AMIGO CRESCEU
Aquele meu amigo bundudinho que sempre ia na minha casa brincar com os cachorros e meus carrinhos – e, de quebra, assistir eu me masturbar – acabou crescendo, é claro. O tempo passou, eu me mudei, mas sempre mantive contato.
Eu já morava em Botafogo, no RJ, quando meus pais viajaram e resolvi ligar pra ele e matarmos as saudades, afinal faziam quase dez anos que não nos víamos pessoalmente, somente via telefone. Convidei pra passar o fim de semana comigo e ele aceitou, arrebitadíssimo em seus vinte aninhos!
Que surpresa quando, atendendo a campainha da porta, o vi: continuava magrinho, sem nenhum fio de pelo no corpo, cabelos cortados bem rente e era quase uma nova edição, ampliada, daquele menininho que passou tanto tempo fazendo aquelas brincadeiras comigo, se divertindo, aprendendo e até sofrendo – tal como foi com sua dor de barriga, que contei na história “Dor de Barriga é Sensual?”. Sua bunda, porém, havia melhorado, como se fosse possível! Mais arrebitada ainda, em pé – daria para equilibrar um copo na curvinha dela – e com sua calça de tecido muito fino entrando profundamente em seu rego por trás, e ainda delineando um enorme e gordo volume pela frente! Que delícia!
Eu sabia que seria uma sessão de “recordar é viver” e, por isso, o esperei de short e sem cuecas, já usando o anel peniano que transformava meu saco em um balão e engrossava meu pau. Aquilo, é claro, deixava um enorme volume na frente do short, mas era pra ele ver, mesmo! E ele viu e comentou, brincando:
- Nossa…! Isso é alegria de me ver?
- São saudades das nossas brincadeiras, respondi sorrindo.
Disse para ele botar a mochila em meu quarto e trocar de roupa, ficando o mais à vontade que quisesse, enquanto eu ia buscar alguma coisa pra gente beber. Quando voltei à sala, ele estava de costas para mim, caminhando em direção ao sofá. Estava com um shortinho minúsculo, todo enfiado no rego guloso de sua bunda arrebitadíssima e era de enlouquecer!
Quando ele se virou de frente para sentar, fiquei pasmo: ele estava com um volume enorme, um monte gordo e pesado que caía sobre sua perna esquerda, quase aparecendo pela boca do pequeno short! Que coisa enorme era aquela? Teria crescido tanto assim?
Eu sabia que, mesmo jovenzinho, ele já era muito bem dotado, pois no tempo de nossas brincadeiras seu pau já chegava aos 17 centímetros, era cabeçudo e bem grosso, além de soltar uma quantidade imensa de leite! Mas daí a ter ficado do tamanho que o volume aparentava, era uma coisa que eu precisava ver!
Ofereci a bebida a ele, me sentei na poltrona à sua frente e ainda conversamos um pouquinho, mas o papo não durou dez minutos: logo eu afastei a perna de meu short para o lado, puxei meu pau e meu saco para fora e comecei uma lenta punheta. E ele fez o mesmo.
Para minha surpresa, ele estava também usando um anel peniano e, ao exibir seu saco e seu pau, ambos estavam estufados e inchados como o meu. Só que o pau dele crescera e agora teria, certamente, mais de uns 23 ou 24 centímetros, além de uma grossura absurda! E la ficou ele, também em uma lenta punheta, me mostrando seu pau grande, grosso, pesado e ainda meio mole. E eu adoro chupar paus meio moles, vá entender! Gosto que cresçam em minha boca!
Ficamos um bom tempo nos masturbando, um de frente pro outro. Depois tiramos nossos shorts e, ainda nos masturbando, começamos a mostrar nossos cuzinhos um ao outro e enfiar alguns dedos neles. E que cu maravilhoso ele me mostrava! Era arroxeado em toda a sua volta, bem mais escuro que o tom de sua pele, mas era fechadinho e apetitoso. Me lembrava, enquanto eu tocava punheta, do quanto aquele cu era capaz de abrir. Eu o havia visto totalmente arregaçado, naquele episódio de sua dor de barriga, e isso fez meu tesão aumentar muito. Falei pra ele, enquanto estava quase gozando:
- Me lembrei de seu cuzinho todo aberto, naquele dia da dor de barriga… que tesão…!
- Aaahhh… e eu tava aqui lembrando de sua piroca gorda no banheiro… você tocando punheta escondido e eu vendo… que delícia…!
- Seu pau é enorme, sabia…?
- É? Você gosta?
- Sim… sabia que meu cu abre igual ao seu…? Ele deve caber bem gostoso nele…
E estávamos a um fio de gozar, quando um imprevisto aconteceu: a campainha tocou!
Foi um desespero. Eu e ele, às pressas, arrumando a bagunça na sala e eu correndo ao quarto para vestir algo menos indecente, apesar de nem ter tirado o anel peniano. E meu amigo ficou por lá mesmo, esperando e com a porta fechada.
Me ajeitei, me olhei no espelho e fui atender a porta. E era aquele meu amigo de infância, o mega dotado, que contei sobre ele nos episódios “Voyeur e Exibicionista”, “Viagem Grande e Grossa” e “Uma Depois da Outra”! Não havia desculpa, eu tive de deixá-lo entrar.
- E então? Eu estava em casa sem nada pra fazer e vim aqui te mostrar um negócio que comprei mais cedo, no sex shop!
- Que negócio?
- Olha isso!
E me mostrou, por cúmulo das coincidências, um anel peniano!
Aquilo me desmontou. O tesão falou mais alto e acabei contando sobre meu outro amigo, escondido no quarto. Ele gostou da ideia e pediu:
- Ora, então eu fico aqui na sala! Vai lá, traz ele e me apresenta!
E foi o que fiz. E percebi que ambos se deram muito bem, com meu amigo bundudo já olhando o imenso volume do meu amigo de infância. Foi quando tive uma ideia e falei com ele:
- Vai lá no quarto, tira essa calça jeans, fica à vontade e vem aqui pra sala!
Ele olhou pro meu amigo bundudo – ainda vestido com seu shortinho minúsculo – e concordou. Fui com ele e aproveitei para pegar a minha roupa indecente que vestia ante dele chegar. Voltei à sala, a vesti e ficamos, eu e o bundudinho, esperando meu amigo dotado e sentados no sofá.
Quando ele voltou estava só de cuecas, mas exibindo o volume mais absurdo que eu já havia visto: seu monstruoso pau e seu gigantesco saco ficaram ainda maiores com o anel peniano que ele usava, e tanto eu quanto meu amigo bundudo não pudemos conter nossas supresas:
- Nossa… que é isso…?
- É seu mesmo ou botou enchimento?
Meu amigo sorria. Se sentou, agarrou o enorme volume com as mãos – ambas – e disse:
- É meu mesmo, querem ver?
Eu e meu amigo bundudo falamos juntos:
- Quero!
E ele desceu a cueca e nos mostrou. Era, realmente, uma anomalia e muito pior ficava com o anel e ainda todo depilado, como ele passou a usar. Meu amigo bundudo estava literalmente de boca aberta e até eu, que já havia sentado tantas vezes naquele monstro, mal podia acreditar no efeito que um simples anel, apertando o pau e o saco, poderia produzir! Ele mal conseguiu dizer:
- Ai… mas é um monstro… é muito grande… muito grosso…!
E mesmo eu não consegui esconder o espanto:
- Rapaz… você andou tomando algum remédio? Ninguém vai conseguir sentar nessa grossura toda…!
Ele apenas sorria e ensaiava uma punheta com aquele absurdo ainda meio mole, quando meu amigo bundudo rapidamente se pôs de quatro em frente a sua poltrona e, desajeitadamente – pois mal cabia em sua boca – começou a mamar aquela jeba descomunal. Ao ver seu enorme cu apontado para mim, não resisti e soquei meu pau naquele buraco que eu sabia o tanto que se alargava – só não podia garantir que engoliria o mostro que ele agora chupava!
Fiquei metendo gostosamente naquele cu, era uma delícia de macio e quente, enquanto ele já havia conseguido botar o pau enorme de meu outro amigo totalmente duro. Ao ver aquele monstro ereto, tirei meu pau de seu cuzinho e o ofereci ao meu amigo. Ele se pôs por trás dele e apontou a indecente cabeça. Empurrou. O cuzinho começou a se alargar e meu amigo começou a gemer. E quanto mais se alargava, mais meu amigo bundudo dizia:
- Aaaaahhhh…! Ai… meu cu… meu cu… tá rasgando…! Ai meu cu… calma, tá arrombando tudo…!
E o buraco estava mesmo absurdo. Se eu não visse, não acreditaria naquela jeba monstruosa entrando quase até o fim em meu amigo! Era uma cena tão tesuda que sentei no chão e comecei a tocar uma punheta, tamanha a dureza que meu pau estava!
Meu amigo de infância, sacana, fez com ele o que fazia comigo: enterrava o quanto podia e depois tirava tudo, só pra ver o tamanho do rombo que ficava no cu! Fazia isso rapidamente, várias vezes, e meu pobre bundudo começou a ficar cheio de ar comprimido em seu cu por aquele monstro!
Com o bundudo de quatro, eu olhava o tamanho de sua jeba e também sentia tesão, pois ela havia ficado gigantesca! Eu interrompi a foda dos dois, me pus de quatro e pedi ao bundudo:
- Bota em mim e fica com seu cu bem pro alto, pro meu amigo botar em você…
Seus olhinhos brilharam e eu pude sentir aquela roa enorme e grossa invadir meu cu. E mais enorme e grossa ficou quando meu amigo dotado meteu novamente no cu dele!
E lá ficamos daquele jeito, numa gostosa foda a três, com o bundudo tirando e botando sua enorme rola em meu cu e tendo meu amigo gigante fazendo o mesmo em seu pobre cu. O resultado foi que tanto o bundudo quanto eu conseguimos o gozo anal ao mesmo tempo, e nós dois peidamos juntos! Uma loucura! E não demorou nem um minuto e meu amigo monstruoso entupiu o cu enorme do bundudo com sua quantidade absurda de leite, que ficou vazando mesmo depois de nós três nos deitarmos no chão da sala, exaustos e satisfeitos!
Meu amigo dotado logo ficou de pau duro e meteu aquela coisa anormal em meu cu. Me arrombou todo, mas me fez gozar tanto que mal lembro estar novamente metendo no cu enorme do bundudo, enquanto eu sentava naquele monstro! E me entupiu de leite quente!
Para mim era fim de linha, eu não aguentava mais, e fiquei apenas assistindo meu amigo bundudo enterrar sua enorme e grossa rola no cu depiladinho de meu amigo anormalmente dotado! Gozou, entupiu ele de leite e caiu no chão, exausto!
E lá ficamos por um bom tempo.
Nem preciso dizer que essas fodas se repetiram por toda a sexta, sábado e domingo em minha casa e eu me senti completamente aberto, arrombado, depois de sentar em tanta coisa grossa!
Mas hoje já estou fechadinho e guloso de novo!
Beijo a todos!

Tweet

Conto Anterior
ENTUPIDO