BY: wallybee Quem leu meu conto “Dor de Barriga é Sensual?” soube do bundudinho que precisou usar um banheiro demolido e sem paredes para uma emergência, e teve de fazer em minha frente. Também viram meu espanto diante da enormidade e grossura daquilo que saía dele – eu estava atrás dele, vendo – e do estranho tesão que aquele cu imenso, desproporcional e todo aberto me deu.
Também leram o relato final, onde acabamos transando, mas aquilo eu só me adiantei para fechar o conto. Na realidade, só transamos vários dias depois de suas idas naquele banheiro se tornarem estranhamente habituais, e é sobre isso que falarei aqui.
Uma tarde de sábado – meus pais sempre saíam nos sábados e eu ficava sozinho em casa – ele apareceu e me viu no quintal, brincando com os cachorros. Eu estava no quintal dos fundos, perto da piscina e da velha casa de caseiro em reformas. Veio de bermudinha atochada e certamente sem cuecas, pois eu via seu grande e pesado volume descendo pelas pernas da bermuda. Começamos a brincar com os cachorros até que ele, repentinamente, parou e foi em direção à casa de caseiro. Na porta da casa me perguntou:
- Posso usar o banheiro aqui?
Eu, já maldando, consenti e perguntei:
- Já aprendeu a usar a duchinha? Aí não tem papel…
- Ainda não…
- Então vou aí te ajudar.
- Tá bom…
Sentei na pilha de sacos de cimento atrás do vaso sanitário sem paredes. De costas para mim, ele tirou a bermuda, me mostrando sua gostosa e arrebitada bunda, e se sentou abrindo ela com as duas mãos. Não demorou e ele se curvou para a frente, ergueu a bunda do vaso e abriu novamente o cu com as mãos. Ele gemia, arfava e abria sua bunda. Seu cu começou a abrir, a ficar enorme – um absurdo desproporcionalmente grande – e um gigantesco tolete, duro, preto e grosso, começou a sair. E eu, novamente me achando um pervertido por estar sentindo tesão em olhar aquilo.
Quando o monstro caiu no vaso, ele sentou-se novamente. Suspirou de alívio, deu uns peidos, mijou mas logo se curvou para a frente novamente, abriu sua bunda com as mãos e a manteve erguida em uma altura bem distante do vaso, de modo que eu via perfeitamente aquele cu enorme. E ele se abriu novamente, se alargou, virou quase um túnel, e outro tronco ainda mais grosso saiu daquele cu imenso. Dessa vez ele não me pediu ajuda nem chorou. Sentou-se no vaso novamente, deu um enorme peido e disse:
- Acabei… me ajuda com a duchinha?
Foi o que fiz, novamente olhando aquela bunda linda, arrebitada e apetitosa, passando a mão por toda ela e limpando seu enorme cu com o jato de água. Dessa vez fui atrevido e enfiei a ponta da duchinha em seu cu dizendo que era a chuca, que ele tinha de aprender a fazer isso. Ele sorriu, deixou, e logo fomos novamente brincar.
Em um outro sábado ele chegou e eu tentava tirar um abacate do pé que havia ao lado da casa do caseiro. Ele estava novamente de bermudas – essa um pouco menor e bem mais apertada – e sem cuecas, pois o volume descendo pela perna continuava. Se ofereceu para ajudar, tiramos alguns e eu já havia trazido faca, colher e o açucareiro para poder comê-los ali mesmo. Nos sentamos no chão e nos fartamos com os abacates.
De repente ele começou a passar a mão na barriga e resmungou:
- Acho que tenho de ir ao banheiro…
E antes que eu respondesse qualquer coisa, se levantou correndo e foi em direção à casa do caseiro. Parou na porta e me perguntou, de lá:
- Me ajuda com a duchinha?
Ora, mas é claro que o ajudaria! Fui correndo e me sentei novamente nos sacos de cimento atrás do vaso, para apreciar aquela bunda carnuda, arrebitada, gostosa e seu cu imenso se abrindo!
Dessa vez, porém, ele tirou completamente sua bermuda e a deixou no chão, ao lado do vaso. Pôs-se por cima dele e, ainda meio de pé, abriu a bunda e ficou naquela posição em que brincávamos de carniça quando crianças, agachados e apoiados nos joelhos. Só que suas mãos não se apoiavam em suas pernas, mas abriam aquela bunda maravilhosa. E eu, por trás, comecei a ver aquele cu imenso se abrir enquanto ele gemia e até mijava pelo enorme pau, o que me deu mais tesão ainda!
O cu se abriu, ajudado por suas mãos, e novamente um monstro começou a sair de lá. Eu achava aquilo estranho: será que todas as vezes que ele ia ao banheiro era para fazer enormidades assim? E por quê eram tão grossos e grandes?
E lá estava ele, quase em pé, joelhos meio dobrados apontando a bunda para mim e a mantendo aberta com suas mãos, enquanto seu cu se abria a um tamanho absurdo para soltar o monstro que tinha dentro de si. A ponta do mostro apareceu, o cu começou a se abrir e não parou mais: abriu, abriu, abriu… até que uma coisa da grossura de uma embalagem de detergente de pia da cozinha saiu dele.
Suas idas ao banheiro da casa de caseiro comigo se repetiram por cinco vezes, e notei que a cada vez que ia, o que ele soltava era sempre mais e mais grosso.
Por fim, chegou a vez em que a coisa se tornou tão grossa que entalou e eu tive de ajudá-lo, fazendo massagem em sua barriga e com tudo terminando na gostosa foda que dei naquele cu lisinho, enorme e gostoso, conforme já contei em “Dor de Barriga é Sensual?”.
Até hoje não sei porque isso me deu tanto tesão, mas na verdade deixei pra lá. O tempo passou, até meu amigo hiper dotado – amigo de infância – fodeu aquele cu, conforme contei em “Meu Amigo Cresceu”, e tudo isso se tornou apenas boas lembranças.
Beijo a todos!





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MINHA SEGUNDA VEZ COM UMA TRANS