BY: wallybee EXIBICIONISMO GAY
Meu tesão por me exibir começou cedo.
Quando eu estava sozinho em casa com a empregada, eu deixava a porta do quarto entreaberta e tocava punheta. Eu sabia que ela sempre passava da cozinha para a sala para guardar pratos na cristaleira, então me veria me masturbando. E ela via e vinha, silenciosamente, espiar pela fresta e lá ficava até eu despejar meu leitinho.
Fiz isso com várias empregadas e muitas delas acabaram sentando em mim. Não falhava: se alguém descobrir um cara tocando punheta, vai sentar. Eu mesmo peguei meu amigo super dotado na bronha e acabei engolindo aquela enormidade absurda dele com meu cu.
Também já me exibi para amigos: no sítio de meus pais eu ia com um amigo, e lá eu preparava o “imprevisto”, onde ele “casualmente” me pegaria na punheta. Fazia tanto isso que mesmo quando meus pais iam também, por vezes amigos apareciam trazendo filhos. Eles saiam e me pediam para tomar conta – e quando eram safadinhos, a coisa começava com eles vendo minha jeba escapar pela boca do short e terminava com eles me vendo gozar, por alguma fresta de porta ou “escondido” no quintal. E eles gostavam, me mostravam “sem querer” suas picas e pediam aos pais para voltar lá!
A última vez que me exibi assim foi meio radical, na praia de Abricó no Rio de Janeiro. O cantinho esquerdo é o ponto quente e tem uns matos por lá que você fica escondido mas não muito. Por ser uma praia de nudismo gay, eu podia ficar tranquilo e, atrás de uma moita não muito cheia – dava pra ver através dela – eu deitei no chão e comecei uma punheta. Mão no pau e dedos no cu, gostosamente!
Então apareceu um mulato bem escuro, magro mas com barriga estufada e uma piroca desproporcional, de tão grande e grossa que era. Ele me viu e parou perto da moita. Começou a se masturbar, sacolejando aquela pirocona ainda mole e com suas bolas balançando loucamente.
Quando o pau dele começou a ficar duro, cresceu e engrossou ainda mais e eu não consegui disfarçar: me ergui nos cotovelos e olhei diretamente aquela jeba, de boca aberta. Ele veio, tirou um tubo de KY de sua bolsinha e gastou o resto todo que tinha, lubrificando aquela imensidão!
Fiquei de quatro e ele me montou como em um cavalo, fazendo um bate-estaca com aquela piroca absurda de grande e grossa, enquanto outras pessoas passavam pelo local e chegou mesmo a se formar um grupo delas, para assistir como meu cu conseguia engolir um tolete daquela grossura e tamanho!
Ele ficou muito tempo me socando o cu. Muitas pessoas viram, e quando ele tirava o pau e meu cu permanecia aberto, eu ouvia claramente:
- Nossa!
- Olha o buraco que ficou!
- Ai...arrombou o coitado!
E outros, ainda:
- Nossa...essa piroca não é normal!
- Esse cara é do tamanho de um cavalo!
Quando ele gozou foi um festival: me entupiu de leite e dei um enorme e barulhento peido cuspindo aquela porra bem longe!
Sabe o mais curioso?
Depois que terminei, exausto, um menino me trouxe um copinho de Guaravita, me deu e disse:
- Toma… você deve estar precisando…!
Beijo a todos!


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